Relatos de um Homem Recente

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O que pretendo narrar ocorreu quando eu era apenas um jovem rapaz no início dos anos 1990, eram tempos de descoberta, eram tempos em que a vida parecia muito complicada porque quando se tem catorze anos o mundo ao seu redor parece estar em plena combustão, parecia que o mundo poderia acabar de uma hora para outra! Deve ser algo comum nessa idade, pois os pequenos problemas pareciam gigantes, mas qual era o grande problema que eu enfrentava? Simples, o problema que qualquer homem já deve ter enfrentado na vida, haja vista que quando a infância nos abandona, mudanças bruscas começam a ocorrer com o nosso corpo sem nem um aviso, simplesmente o menino cresce uns vinte centímetros em poucos dias, espinhas surgem na face, a mão parece ser maior do que deveria e os pelos nascem em lugares pouco singelos, mas o pior era perceber que o pênis havia ganhado vida!

Minha primeira punheta ocorreu quando eu tinha apenas dez anos e nessa época mal sabia o que estava fazendo, mas ao me tocar eu percebi que não podia parar e quando esporrei não pude não deixar de conhecer um prazer repentino tão grande percorrendo o meu corpo de forma tão avassaladora que tive que controlar os gemidos num banheiro que ecoava, mas o pior era a sujeira inesperada… Dessa forma, com o tempo entendi o que era a masturbação, até mesmo porque me explicaram o que era o sexo e minha curiosidade queria desfrutar os demais segredos da vida como a nudez feminina, ora, eu precisava ver uma mulher nua, eu precisava ver ao menos os seios de uma fêmea, afinal, esse era o grande sonho de um rapaz no início da adolescência, numa época que não havia internet e que as revistas masculinas eram guardadas a sete chaves longe de qualquer alcance.

O que eu faria para ver uma mulher trocando de roupa? Muita coisa! Num impulso desumano, quando tinha apenas doze anos, subi numa árvore porque sabia que na casa ao lado havia uma república feminina, cheia de universitárias e obviamente consegui ver uma jovenzinha tirando a blusa, como posso descrever, eu estava em êxtase, apenas me lembro que era ruiva e que tinha os cabelos muito longos como nos filmes americanos, porém o melhor é que eu consegui ver os peitos dessa donzela, brancos, pequenos, mas maduros a tal ponto que conseguiu me excitar, conseguiu me hipnotizar de forma tão desafiadora que perdi a direção de onde estava me desequilibrando, até que eu caísse no chão e quebrasse a perna, que horror, essa é a lembrança mais gloriosa e amedrontadora que eu tenho em toda a minha vida!

Os meus hormônios estavam em ebulição e o meu pau sempre crescia necessitando ser tocado, pois diariamente era uma punheta, muitas vezes esporrava mais de uma vez ao dia com a gloriosa lembrança da ruivinha, a mocinha que havia marcado a minha vida, mas que não havia saciado o meu desejo de ver uma mulher nua, algo que eu precisava a todo o custo, até que finalmente um dos meus amigos da escola levou uma revista masculina que havia surrupiado do pai e no intervalo entre as aulas, pude desfrutar aquelas imagens que me davam prazer, pois apenas apreciando aquela revista o meu cérebro despertava as substâncias necessárias para me levar a loucura.

Os dias se passaram e durante o intervalo eu e mais dois amigos revezavam a revista muito bem escondida dentro de um livro de geografia, assim, cada um tinha cinco minutos no banheiro para tocar a bronha, não sei se era o medo de ser descoberto, não sei se era o anseio de ter tempo exato para durar aquela sessão, mas aquelas foram as melhores punhetas de minha vida, pois me lembro que as modelos ganhavam vida, simplesmente saiam da revista e começavam a acariciar os seus seios siliconados com cara de safada, simplesmente elas lambiam a próprio peito olhando para mim de forma fatal para logo depois enfiar uma das mãos na vagina para começar a gemer feito uma puta. O que é a imaginação, não é mesmo?

Não demorou para que a revista fosse descoberta e eu ficasse sem ver uma mulher pelada por muito tempo, assim, o tempo passou e eu praticava futebol todos os dias, aliás, o meu sonho era jogar profissionalmente e o primeiro passo era representar a minha escola nos jogos estudantis, ora, com catorze anos me considerava o maioral, me considerava jogando na seleção brasileira, quem diria que os sonhos mudam com o tempo… Não sei se foi por causa do esporte ou por causa da idade, mas me lembro que cresci repentinamente, chegando inclusive ser mais alto que meu pai e por já me considerar homem deixei um bigode ralo na minha face, mas era apenas um menino que sentia os testículos doerem e vontade de gozar e como gozava solitariamente puto da vida porque o meu sonho já não era apenas ver uma mulher nua, não, o meu sonho era acasalar com uma fêmea, todo o dia sonhava no banheiro, batendo uma brusca punheta, que havia penetrado uma vagina e que ejaculava intensamente dentro dela, mas parecia algo tão distante, parecia ago tão impossível naquela altura da vida…

Minha primeira namorada foi uma menina gordinha e muito bonitinha com faces rosadas e seios grandes que resvalavam inocência, pois não importa que seja gorda, sim que os seios sejam maiores que a barriga e os dela eram enormes, tão grandes que eu gostava de apertar entre os becos da minha pequena cidade, assim, me lembro que eram muitos beijos enquanto eu apertava aquelas tetas de moça donzela enquanto roçava o meu pênis nela para que ela entendesse que eu queria era fodê-la da forma mais vigorosa possível, mas acho que ela se assustava com as minhas investidas, pois sempre fugia ruborizada, aliás, antes de qualquer coisa, quero destacar que eu era um idiota, um rapaz que não sabia tratar uma mulher como merece, pois apenas queria transar, queria penetrá-la como macho, tirar sua virgindade e abandoná-la, porém depois de muitos anos me arrependo disso.

Era verão, início do ano de 1994 e havia levado aquela pobre coitada para um terreno baldio e sem nem pensar comecei a beijá-la como um animal, um beijo cheio de línguas, enquanto o meu pênis duro feito uma rocha por dentro do short a imprensava num canto deixando claro que eu queria que ela me aliviasse, mas a mocinha queria se manter virgem, natural, tinha apenas catorze anos, mas eu insistia enquanto apertava as suas tetas com loucura, insistia para que nós déssemos um passo a mais, insistia de tal forma que cheguei a arrancar aqueles melões de blusa dela para chupar o bico do seio esquerdo mesmo ela insistindo para parar, insisti de forma tão inoportuna que coloquei o pau para fora, mais duro impossível e apontado para cima, ameaçador a tal ponto que ela gritou, começou a chorar e foi embora.

Sei que fui um babaca, mas apenas me lembro que fiquei com raiva daquela garota puritana, até mesmo porque voltei para casa mancando, haja vista que os meus testículos estavam doendo impossibilitando que eu andasse normalmente e ainda havia uma grande caminhada… Não havia jeito, quando cheguei à minha casa, me tranquei no banheiro, arranquei toda a minha roupa de forma abrupta e comecei a me masturbar com força, com ódio, com raiva porque eu precisava transar, o meu corpo implorava para que eu comesse uma buceta, era algo que eu desejava enquanto eu ejaculava tendo o meu orgasmo solitário solicitando ao universo a clemência: Eu quero uma mulher!

Não tinha mais namorada, haja vista que a gordinha ficou traumatizada, o que era natural, mas o pior é que a história se espalhou entre as meninas da escola e todas elas passaram a me ignorar, até mesmo porque as mulheres ou são muito unidas, ou muito desunidas, difícil entender, porém o fato era que eu já aceitava que não conseguiria foder uma bucetinha tão cedo, que lástima para tão jovem rapaz que apenas deveria se dedicar ao futebol e tentar aliviar o fogo que o consumia de forma solitária. Todavia, mal imaginava que meu coração iria encontrar uma deusa a quem pudesse adorar, jamais poderia imaginar que naquela escola eu encontraria a minha Vênus que me mostraria à luxúria, tudo isso nas mãos de uma professora de história, uma professora com cabelos castanhos ondulados, com óculos de leitura, com roupas sóbrias que não poderiam esconder uma bunda arrebitada e um ar de tristeza.

São gloriosas as lembranças que eu tenho da professora Elvira porque com toda a certeza ela representa o meu primeiro amor, disso eu tenho certeza porque logo quando a vi no primeiro dia de aula com aquele olhar nublado pela tristeza, o meu coração se contorceu de um sentimento tão bom que eu queria estar ao lado dela, eu queria sentir o seu cheiro, eu queria ouvir a sua voz falando sobre a Guerra do Poloponeso, ah, podem ter a certeza que eu sei tudo sobre essa guerra, aliás, posso dar aulas sobre o assunto!

Uma mulher perto dos trinta anos, muito bonita e casada porque… Em uma cidade pequena os assuntos voam e eu ouvia a minha mãe falando com as amigas dessa nova professorinha que tinha chegado recentemente para acompanhar o cônjuge engenheiro que seria o responsável pela avenida que cruzaria o município. Quem diria que mesmo tão bonita tinha um marido gordo, esquisito e suado que andava em todo o canto com um capacete amarelo na cabeça apenas para mostrar aos outros que tinha uma boa profissão, assim, não deixou de virar chacota por todo o mundo. Por que era casada com esse idiota? As invejosas diziam que era por interesse, que maledicência, se fosse por interesse ela não trabalharia como professora em dois turnos, não, era uma mulher honesta!

Como era bela com aquela face pálida e angelical, como era encantadora com aquele cabelo que gostava de enrolar entre os dedos ao mesmo tempo em que escrevia em seu diário enquanto os alunos faziam uma redação sobre a Grécia antiga, como era maravilhosa com sua voz de veludo, como era sedutora com aquela bunda redonda por dentro da saia, como era a luxúria com os seus seios escondidos num contido decote de mulher respeitável, como eu a queria, como eu a queria constrangido por no meio da aula perceber que estava excitado e precisava esconder o que guardava entre as pernas, aliás, naquela altura da adolescência os meus hormônios estavam descontrolados e o meu pau endurecia nas horas mais impróprias, o que me desesperava porque eu precisava esconder e disfarçar o que me ocorria, mas como?

Os dias se passaram nessas gloriosas aulas de história e toda a noite eu me acabava na punheta, sozinho, na escuridão de meu quarto, pensando naquela mulher de lábios vermelhos, lábios que beijavam delicadamente as espinhas de meu rosto adolescente, que chupavam o meu peito, a minha barriga, ora, eu conseguia visualizar aquela mulher com lingerie preta entre as minhas pernas chupando o meu membro pulsante com carinho enquanto inexplicavelmente sentia os cabelos dela me fazendo cócegas, podia sentir aquela linguinha contornando a minha glande, até que o orgasmo se aproximava de forma feroz com uma erupção de esperma e o meu delírio chegava ao fim, que lástima! Toda a noite essa sessão de delírio se repetia e sempre nesses sonhos de menino apaixonado eu era o macho da professorinha.

Mais uma aula de história, essa aula era sobre a Guerra de Tróia e a minha heroína estava animada contando como o passado era glorioso com o pobre rapaz que havia escolhido se apaixonar pela mulher mais bela do mundo e por causa disso, uma guerra foi declarada, ora, como não me identificar, logo eu que também estava apaixonado pela mulher mais bela do mundo e encantado em ouvir sua voz de veludo, absorto em suas palavras, sentado na primeira fileira para contemplar melhor aquela deusa que me encantava, até que de repente o óculos de leitura caiu de seu busto, até pensei em pegá-lo, mas ela foi mais rápida se agachando com a bunda redonda arrebitada apontando em minha direção, não sei o que ocorreu, mas me lembro que as minhas faces se tornaram quentes, as minhas pernas tremeram e o meu pênis cresceu dentro da calça de moletom, logo no dia que eu estava sem cueca e ela percebeu, eu tenho certeza porque ficou vermelha e constrangida de tal forma que imediatamente saiu da sala com a desculpa de lavar o rosto, oh, que lástima para o jovem rapaz que eu era!

Sabia que apenas a professorinha tinha percebido o ocorrido, mas mesmo assim eu me martirizei, pois aos catorze anos um chuvisco parece uma tempestade e eu achava que aquela mulher sentia asco por mim, que havia ficado horrorizada com essa situação, que nunca mais olharia na minha cara, porém no final de semana eu a encontrei passeando com o marido obeso envolta do parque e ela sorriu em minha direção com um aceno, que alívio, que felicidade eu senti naquele momento, mas o que mais me chamou atenção era que ela estava com uma camiseta de alça, branca e sem sutiã, oh, quando ela caminhava ao lado daquele idiota os peitos balançavam, mas ele nem notava o bico de seus seios arrepiados, mas como? Tratava-se da mulher mais bonita da cidade, todos comentavam, sempre que o meu pai me levava ao botequim para que ele conversasse com os amigos dele o maior comentário era que a mulher do engenheiro era a mais gostosa da região, a mulher que tinha a bunda mais perfeita, até das cidades vizinhas, aliás, os meus amigos pareciam que também sonhavam com aquela deusa porque sempre que ela passava pelo corredor eles viravam o pescoço e apreciavam a miragem.

Naquela noite eu fui acometido por mais um delírio na escuridão do meu quarto, pois lá estava a professorinha de lingerie preta sorrindo em minha direção, lambendo os lábios vermelhos, tirando o sutiã para que eu desfrutasse de seus seios enfiando o meu rosto entre aqueles dois montes de pura luxúria para que eu pudesse chupar e enquanto eu estava mergulhado entre os seus peitos de mulher insaciável, a coitada gemia silenciosamente o prazer que eu dava para ela, a minha professora, que arranhava as minhas costas com unhas torturantes, até que eu, o macho, o homem, de repente peguei os seus cabelos, a joguei na cama, de bruços, arranquei a sua calcinha, peguei o meu membro enrijecido e a penetrei de uma só vez e comecei a penetrar feito bicho enquanto ela gritava para eu meter devagar e com cuidado porque o meu pênis era muito grande e a rasgava… Sonhos… Eram apenas sonhos…

Pobre coitado eu era, não passava de um adolescente de catorze anos que já se considera homem o suficiente para foder aquela mulher que sempre entrava em meus sonhos, ora, como eu estava apaixonado, como eu gostava de sentir o seu perfume, apreciar o decote ousado que em determinado momento passou a usar nas aulas, como eu contemplava a professorinha enquanto ela escrevia em seu diário, aliás, acho que o meu olhar denunciava o que eu sentia por ela porque de fato sentia muito desejo e na inocência da juventude não conseguia controlar os meus sentimentos ao lado dela e assim, dessa forma, os meses se passaram enquanto a minha paixão dilatava ainda mais enquanto eu jogava futebol representando a escola e a encontrava no meio da platéia com aquele olhar de tristeza, mas ao mesmo tempo encantador, oh, como era bela!

Era um dia de sábado, me lembro que havia ocorrido um evento na escola pela manhã até à tarde para comemorar o aniversário de 50 anos daquela instituição de ensino e todos os alunos, pais e professores foram para aquela festa que durou muito tempo no largo do pátio entre as colunas do prédio histórico. Como poderia imaginar que a minha vida iria mudar de forma tão repentina? Como poderia imaginar que o destino me preparava uma surpresa?

Ocorre que todos se encontravam no pátio, mas eu havia entrado na escola para fugir do tumulto, nunca gostei de multidão, queria estar mais perto da minha amada que estava caminhando naquele adereço, para a sua sala de aula… Devem se perguntar por que eu a segui, mas simplesmente tive esse impulso ao perceber um olhar dela em minha direção, um olhar diferente e logo depois ela sumiu de toda aquela gente, sei que é difícil explicar, mas naquele momento eu me senti hipnotizado, eu me senti encantado por um feitiço cruel ou maravilhosamente envolvente que só poderia alcançar os apaixonados, como posso explicar, o meu coração batia freneticamente naquele corredor silencioso como nos filmes de terror, até que eu a encontrei na sala de aula, sozinha, chorando copiosamente entre os seus livros.

Não sabia o que fazer, eu apenas olhei para ela sentada diante de sua escrivaninha se debulhando em lágrimas e de certa forma também bateu o sofrimento em meu peito porque tão bela mulher não merecia passar por esse tipo de pranto, ora, eu queria ajudá-la de alguma forma, o meu impulso era em abraçá-la e tentar levá-la a felicidade, mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, a minha amada me notou parado na porta da sala de aula com cara de bobo, assim, tentou limpar as lágrimas e disfarçar o que ocorria, porém sem sucesso…

– Não devia estar na festa, meu querido?

O que responder nessa situação? Simplesmente a minha inocência venceu a minha razão e também me encorajou a entrar naquela sala de aula para me aproximar de minha amada e o cheiro de seu perfume me inebriou ao ponto de eu tocar em seu cabelo e dizer que eu queria ajudá-la, que eu queria auxiliá-la no que fosse preciso porque o meu desejo era vê-la a mulher mais feliz do mundo, oh, como ela deve ter rido por dentro e se condoído de mim, como deve ter achado graça de minha manifestação de carinho… Todavia, o fato é que ela voltou a chorar e eu sem saber o que fazer a abracei e beijei o seu rosto molhado pelas lágrimas, acredite, eu não fazia ideia do que estava fazendo, apenas sabia que não conseguia controlar os meus impulsos de sentir a sua face junto a minha enquanto delicadamente dei outro beijo em seu rosto, dessa vez um beijo mais próximo de sua boca vermelha e encantadora, até que ela me retribuiu tocando os seus lábios vermelhos nos meus lábios inexperientes e língua com língua se conheceram enquanto o meu corpo era acometido por um imenso prazer que fez o meu membro enrijecer.

– Você me deseja?

Ela perguntou entre o choro e os beijos que nos tiravam o ar de nossos pulmões, mas que com toda a certeza nos levavam a loucura e eu respondia que sim, declarava que ela era a mulher mais bonita de toda a humanidade, enfatizava que eu estava apaixonado por ela, que eu a queria desde a primeira vez que nos encontramos e ela deve ter ficado feliz porque inexplicavelmente a minha professorinha sorriu entre o pranto do choro e de forma repentina se levantou para se encaminhar até a porta da sala de aula e fechá-la com chave, oh, o seu olhar continha uma faísca de sedução, um olhar que ao mesmo tempo me acuava em receio, me excitava em desejo, um olhar que fazia com que os meus testículos doessem e que o meu membro quase explodisse.

Como era estonteante ver aquela mulher de cabelos soltos, óculos de leitura e um vestido preto colado ao corpo que foi suspendido de forma contida para que ela pudesse tirar a calcinha por baixo da roupa, oh, ela jogou a calcinha em minha direção e eu a apanhei e comecei a cheirar como um louco apaixonado que começou a dizer que a amava, que a idolatrava como uma deusa, que seria capaz de fazer tudo por ela e talvez essas palavras a motivavam a avançar para mim e delicadamente desabotoar os botões de minha camisa e chupar os meus mamilos, mas o mais engraçado que entre as minhas recordações consta que eu tinha ficado orgulhoso em perceber que era bem mais alto que ela e que eu me sentia muito mais homem ao dado dela só em perceber que eu precisava me agachar um pouco para beijar os seus lábios e como a beijei enquanto a minha professorinha chorava…

Os meus hormônios estavam em ebulição, o meu cérebro comandava muitas informações e eu sem nem pensar a beijava de forma ardente e apertava a sua bunda com uma mão e com outra acariciava os seios dentro da roupa, ora, eu sei que parecia um animal, mas imaginem a minha emoção de ter aquela mulher retribuindo a minha carícia, pois eu senti as suas mãos desabotoando a minha calça para que pudesse enfiar a mão lá dentro e pegar o meu membro que latejava duro feito uma rocha pronto para senti-la apertar com vontade, quem diria, colocou o meu pênis para fora, arriou o vestido até a cintura e se jogou cuidadosamente na mesa de escrivaninha ficando de costas para mim com a bunda arrebitada na minha direção.

– Por favor, vamos acabar logo com isso, eu imploro, seja rápido…

Somente o que posso acreditar é que ela tinha medo que alguém aparecesse, mas aquela visão era uma obra de arte, a sua bunda nua como veio ao mundo em minha direção era mais que um sonho, era uma dádiva que eu precisava apreciar e por isso mesmo me agachei para beijar e lamber aqueles glúteos que mais pareciam uma escultura de Michelangelo, mas o que mais me levou aos céus foi me enfiar dentro desse mundo e perceber uma vagina depilada e com aparência intacta que eu precisava sentir, que eu precisava tocar e perceber que mais se assemelhava ao botão de rosa mais cheiroso que um homem pode conhecer…

– Por favor, venha cá…

Eu me levantei ficando atrás de minha amada, ora, eu estava com o pau latejante para fora e com a camisa aberta, estava pronto para penetrá-la, mas quem disse que eu conseguia encontrar aquela grutinha, quem disse que eu segurando o meu pênis conseguia acertar glande entre os pequenos e grandes lábios, mas minha professorinha tinha ainda muito que me ensinar e me auxiliou a encontrar o caminho que transformaria um menino em homem, oh, como descrever, eu empurrei o meu membro com dificuldade porque era um espaço muito pequeno, mas finalmente consegui penetrá-la fazendo com que a minha amada desse um gritinho, porém só o que eu pensava era que finalmente desfrutava uma vagina molhada de luxúria.

O meu extinto era de sobrevivência, o meu extinto era de homem, por isso, simplesmente dei uma segunda estocada desfrutando um prazer inenarrável porque o meu pênis estava dentro de uma vagina minúscula que suportava uma investida de macho, depois outra investida fazendo com que a minha professorinha de bruços na mesa de escrivaninha chorasse e eu nunca soube se era de prazer ou de dor, oh, mas eu gosto de me imaginar atrás daquela bela mulher metendo como um animal segurando os seus cabelos com uma mão e acariciando todo o seu corpo com a outra, porém lamento informar que o meu pau já estava prestes a entrar em erupção e meu gozo estava prestes a aflorar, ou seja, eu comecei a meter com tamanha rapidez que mais parecia uma britadeira e com tanta força que a escrivaninha saiu do lugar.

– Vou gozar! Vou gozar! Vou gozar! Ah! Ah! Ah! Eu to gozando, porra, eu to gozando!

Como um louco eu sentia a erupção de esperma que invadia o útero de minha professorinha que também gemia de forma controlada em seu chorinho de mulher respeitável, mas o melhor é que a cada jato de gozada eu sentia um espasmo de prazer, eu me sentia num mundo imaginário em que o meu corpo inteiro era encaminhado para uma luxúria eterna em que o orgasmo nunca acabava, mas acabou, contudo eu continuei dentro dela por alguns segundos, queria contemplar esse momento em que percebia que finalmente estava dentro do corpo de uma mulher, que estava dentro de uma vagina apertada que queria me expulsar, haja vista que a minha amada se desvencilhou de mim, ajeitou o vestido e os cabelos desgrenhados mudando completamente a sua maneira afetuosa de ser.

– Se contar para alguém eu te processo, pois eu vou negar, vou dize até a última instância que nunca houve nada entre nós, entendeu? Não conte nada para ninguém! Ora, em quem acha que a sociedade vai acreditar? Em mim ou num frangote?

Lembro-me dessas palavras até hoje e também me lembro que o meu coração apaixonado ficou despedaçado por perceber que de alguma forma ela sentia raiva de mim, ora, até tentei dizer que a amava e que a adorava, mas antes que eu pudesse proferir alguma palavra, a minha professorinha ordenou que eu abotoasse a camisa e que colocasse o pau pra dentro da calça e foi isso que eu fiz para que nunca mais pudesse vê-la novamente porque no dia seguinte a mulher que marcou a minha vida e me transformou em homem havia abandonado a cidade e o marido obeso que novamente virou chacota de todo o mundo…

O que posso dizer com segurança é que foi dessa forma que perdi a virgindade e que mesmo triste por essa mulher ter me abandonado, ainda estava feliz porque havia realizado o sonho que me consumia. Hoje, muitos anos depois eu escrevo as histórias sexuais que narraram a minha vida e esses relatos são apenas o início de um vasto livro que está recheado das mulheres que de alguma forma marcaram a minha existência, assim, no início eu relato os tormentos da puberdade, a descoberta da sexualidade, mas depois o relato narra como eu me transformo em homem, pois foi assim que me descobri ao desfrutar a bucetinha da professora Elvira. Portanto, é o relato de um homem recente!