O Negro Mineiro

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Meu nome é Carlos, agora mais uma das minhas aventuras, agora em Minas Gerais, quando fui visitar meus primos, os quais Em certa viagem de férias a Minas Gerais, Estavamos sentados num barzinho, tipico de cidade do interior, quando minha prima disse ter uma surpresa para mim. Estava uma noite maravilhosa, onde eu bebia um vinho enquanto eles tomavam cerveja. Unsa 15 a 20 minutos, chega um negro de traços finos com uma bata branca semi-transparente e jeans apertado. Fiquei completamente hipnotizado, ele cumprimentou meus primos e minha prima me apresentou o negro. tá-lo: "Esse é meu amigo da ‘facul’ Henrique, e esse é Carlos meu primo lá do Rio.
– Ah! Então finalmente estou conhecendo esse carioca que tanto você me mostrava fotos no pc!
Eu estendi a mão para um aperto, mas ele a puxou para si e disse: "Vem cá, primão!" Me envolveu em um abraço demorado onde senti seu peitoral duro e pude, lógico, sentir suas costas largas.
Ele se sentou e não parava de olhar pra mim, e eu meio sem jeito. Meu primo João, vendo minha situação ainda me sacaneou: "Oh Carlos, sabia que o Henrique adora caras lisinhos como voc? Fiquei todo vermelho, e Henrique abriu um sorrisão perfeito para mim, com aqueles dentes brancos como neve.
A conversa continuou durante um bom tempo, então minha prima disse que ia pra casa e meu primo ia se encontrar com uma garota. Mas antes deles nos deixarem a sós, colocou algo na mão de Henrique, o qual enfiou em seu bolso da calça. Se despediram e se foram. Como em toda cidade pequena, aquela altura da noite já estava um deserto só. O bar já havia fechado e aguardava que pagássemos a conta. Feito isso começamos a caminhar pelas ruas vazias da cidade, até que em determinada virada de esquina ele me empurrou contra a parede e me lascou um beijo de língua tão intenso que me entreguei, fiquei excitado na hora e não havia como não sentir que ele também estava excitado naquele jeans apertado. Sua língua vasculhava cada canto de minha boca. Estávamos tão afobados que nem nos importamos em olhar de vez em quando para os lados, até que sem querer demos aquela batidinha de dentes, o que causou risos mútuos, porém baixinhos, quase sussurrados, encostados de testa com testa. Henrique tomou minha mão e disse para irmos andando. Disse a ele que aquele não era o caminho para minha tia onde estava hospedado. Ele respondeu de pronto: "Cala a boca! Hoje você é meu!" Depois disso eu não falei mais nada. Depois dizem que mineiro é tímido. Chegamos em frente a casa do meu primo João, e perguntei por que estávamos ali, então ele enfiou a mão em seu bolso e tirou as chaves da casa. Eu perguntei desde quando aquilo tudo estava tramado, ele respondeu que era desde 15 dias atrás quando eu disse que iria pra lá. Xinguei meus primos mentalmente, mas ao mesmo tempo agradeci, pois já sabia que a noite seria maravilhosa. Entramos e ele se jogou no sofá e pediu que eu pegasse uma cerveja na geladeira, quando voltei da cozinha ele estava sem sua bata branca, colocando um CD para rolar, olhei aqueles ombros largos e costas bem definida. Fique de pau duro na hora, voltando-se para mim ele notou o volume e com uma mão pegou a long neck e com a outra segurou firme meu pau perguntando: "O que temos aqui?". Respondi: "Uma criança incontrolável, quase pulando para fora!". Henrique então abriu minha bermuda, dizendo que ia soltar o bichinho para ele respirar melhor. Elogiou meu dote e se abaixou para ver mais de perto, ao ver uma gotinha melada na ponta, ele disse que realmente eu estava com tesão, vamos resolver isso aqui. Sorveu aquela gotinha e começou a dar um banho de língua no meu pau. Da cabeça até o saco, engolia minhas duas bolas e eu sentia sua língua fazendo movimentos circulares entre elas. Eu delirava com aquilo. Ele engoliu meu caralho inteirinho e ao tirar a boca disse que meu caralho parecia pegar fogo. Tomou um gole de sua cerveja, mas não engoliu, e meteu a boca no meu caralho de novo, quando senti aquilo gelaaaado, foi uma sensação indescrítivel. Ele continou me chupando por quase 10 minutos e com uma fome imensa, senti que ia acabar enchendo sua boca de leite. Dei um passo para trás, e deixei aquele negro lindo, definido, de joelhos, com a cabeça inclinada para o lado e um olhar pidão. Eu sorri e ele também abriu aquele sorriso cheio de luz e se sentou no sofá. Fui até o sofá e me ajoelhei em sua frente, desabotoei seu jeans e puxei o zíper, arranquei-lhe a calça e fiquei admirando aquele corpo largado no sofá em sua cueca boxer branca. Que contraste! Aquela pele de ébano com a cueca branca. Não parava de agradecer meus primos mentalmente. Então então quebrei o contraste arrancando-lhe a cueca, e ele sentado com as pernas bem separadas deixava suas fartas bolas naquele sacão caídas no sofá, totalmente depilado assim como seu corpo inteiro, fui até elas e inspirei bem fundo aquele cheiro maravilhoso de homem, comecei com leve linguadas e quando vi, já estava com uma bola na boca, depois outra, depois as duas, enquanto acariciava aquele mastro negro da cabeça avermelhada, e ele dava bons goles na cerveja entre um gemido e outro. Peguei aquele caralho com as duas mãos (até para eu medir o que viria pela frente, rs), e lambia a cabeça de baixo pra cima como um sorvete que fosse derreter, coloquei a cabeça na boca e com movimentos leves fui descendo, tirei a primeira mão, desci mais, tirei a segunda mão, e desci até onde deu, como eu queria engolir aquele caralho inteiro, mas quando pensei: " Não consigo!", senti sua mão imensa em minha nuca e um levantar de quadril súbito. Nunca na minha vida senti o que era ter a garganta estuprada, e ali ele me prendeu numa chave de pernas e estou umas dez vezes na minha garganta, eu já vermelho e sem ar batia em suas pernas até que me liberou de seu "aperto"(porque foi com as pernas, se não seria "abraço", rs), caí no chão tossindo, recuperando fôlego, e ele gargalhava, acabou de tomar sua cerveja, me levantou e me abraçou com aquele caralho duro entre minhas coxas, e em meio a beijos molhados com sabor de cerveja, ele disse que percebeu que eu tentava engolir seu caralho e ele apenas me ajudou. Fiquei meio puto e dei-lhe um socos de leve naquele peitoral enquanto ele ria. Me deitou no sofá e veio por cima de mim me beijando muito, fez com que me sentisse entregue de novo, então me virou de costas, pediu para que eu abrisse minha bunda, e ficou admirando meu botão rosado, por alguns segundos. Senti de leve sua língua quentinha em volta do meu cú que piscava de desejo, então senti meu cú se dilatando conforme ele enfiava sua língua com mais vontade, ele chupava com tanta força como nunca senti antes, ficou assim um bom tempo. Levantou trouxe outra cerveja e um calice de venho tomei um gole enquanto ele tomava oautro,, e de repente senti aquele gelado em meu rabo conforme ele enfiava a boca da cerveja, como eu já sabia o que ele queria, dei aquelas trancadas com meu rabo e confesso que nunca tomei cerveja pelo cu, aquela sensação de arrepio, ele tirou a garrafa e caiu de boca e não parou até que eu me sentisse vazio, ainda bem que sou prevenido e quando saio de casa com alguma pretensão de rolar algo sem compromisso, eu me preparo antes, estava limpinho por dentro, rs. Então ele deitou por cima de mim e me beijava com muita ardência enquanto fodia minhas coxas por trás, até que ele me levantou e mandou eu deixar seu caralho bem babado. Atendi de imediato. Ele me botou de joelhos no sofá e em pé atrás de minha bunda roçou com sua jeba até achar meu faminto buraco. Disso eu jamais pude reclamar. Ele forçou aquela cabeçona e ficou parado, depois forçou mais um pouco, e deixou-me relaxar, e assim foi. Doía muito, mas ele me fez sentir seguro como um bom macho sabe fazer, pensei que já tinha entrado todo, quando levei a mão atrás, percebi que ainda faltavam 4 dedos, eu pensei comigo um ditado bem escroto: "O que é um peido, pra quem está cagado!", empurrei-me com toda força para trás, e ouvimos aquele barulhinho de encaixe perfeito (ploct!). Ele se surpreendeu e deu um puta gemido alto, que delícia! Pedi uns segundos para passar um pouco a dor e também sentir cada centímetro daquele caralho. Dei sinal verde com meu próprio rabo, comendo aquele caralho, tirando quase todo e engolindo tudo de novo. E o putão só assistia enquanto dava goles em sua garrafa. Tempão depois olhei para ele com cara de safado e disse: "Vamos trabalhar, ô folgado!" Para que eu disse isso. Ele botou a cer veja na mesinha ao lado do sofá, agarrou minha cintura, e eu achando que a dor já tinha diminuído, o filho da puta veio com tudo outra vez. Ele dava cada estocada como se quisesse me rasgar ao meio, já havíamos bebido bastante no bar em casa, que conforme ele batia em minha bexiga, junto com a dor veio aquela vontade desgraçada de mijar. Mas quem está na chuva é pra se molhar. E não querendo ficar por baixo, fiz igual a ele, entre meus gemidos altos, eu peguei a taça com meu vinho bebi e gemia mais e dava mais goles, enquanto ele elogiava meu rabo. "Que rabão gostoso, Carlos Se eu soubesse que era tão bom assim eu já teria ido até o Rio primeiro! Isso geme gostoso, sua puta, dá esse rabão pro teu negão aqui! Tá gostando do meu caralho grosso? É toda sua, toda!"
Me colocou de quatro no tapete e cavalgava em cima de mim, me segurando pelos ombros, eu gemia de caralho duro. " Vai meu negão gostoso! Que fome é essa? Tá acabando com meu rabo, vai, me fode com força, caralho!" Sentou no sofá e de pronto pulei em seu colo, sentando naquele mastro duro como rocha olhando para cima. Como Henrique era voraz e carinhoso ao mesmo tempo, eu cavalgava com toda força e ele também mexendo os quadris e ajudando a enterrar tudo em mim, e me beijando o tempo todo, me acariciando, metendo a boca no meu peito e chupava que nem bezerro. Então não aguentei de tesão com meu pau roçando o tempo todo naquele abdomen tão definido, de forma que meu pau estava certinho no meio daquele tanquinho, aliás tancaço de guerra. Conforme disse, não aguentei de tesão e quando ele sentiu meus gemidos mais fortes ele não acreditou, mas esporrei litros de leite em seu pescoço, peito e barriga. Ele abriu um sorriso tão gostoso, com cara de criança. Me beijou mais ainda e do mesmo modo que estava encaixado nele ele se levantou comigo em seu colo e estocava em mim de pé comigo no colo e eu cravado em seu pau. Até que foi sua vez de soltar gemidos altos e ele explodiu dentro de mim, eu senti seu pau pulsar e derramar muito leite, parecia não parar nunca. E dessa vez fui que eu sorri lindamente pra ele, com meu rabo ardido e afogado, e nossos corpos melados pela minha porra, sentou-se ainda comigo no colo e encaixado nele. E nos beijamos mais um pouco e mais uns goles de cerveja. Eu disse que só sairia de cima do pau dele quando ficasse mole, então disse que eu ia ficar ali então por pelo menos uma hora, não sou do tipo de negão de caralho grande que goza e o caralho morre na mesma hora. Então não havia solução, saí de cima sentei ao seu lado com a cabeça em seu ombro admirando meu negro Henrique, meu Henrique negro, com seu sorriso hipnotizador e corpo como um imã para mim. Ele pegou seu telefone e ligou para João, dizendo de brincadeira que a barra estava limpa. Meu primo disse que estava então indo pra lá com a garota do seu encontro. Tomamos banho juntos, ele me ensaboava e eu a ele, nos vestimos. E esperamos meu primo chegar para lhe entregar as chaves. Nós despedimos em uma esquina com direito a mais beijos e caralhos duros e fui para minha tia dormir, cambaleando pelas ruas desertas, tanto pelo vinho, quanto por estar ainda com as carnes tremendo, de ter sido bem fudido. Nunca me esqueci daquele negrão delicioso.