A Menina do Titio

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Hoje irei contar minha primeira experiência com meu tio Mário. Bom, moro em Porto Alegre, mas tenho parentes que vivem no nordeste. Sempre passo férias por lá, com minha tia. Ela havia se casado há pouco tempo, quando fui para lá. Nunca tia tido contato com seu esposo, mas nos demos bem de cara. Com o passar dos dias ele começou a ficar saidinho me encoxando e passando a mão em mim, mas não liguei, achei ser brincadeira.
Durante alguns dias minha tia teria que ficar com uma amiga que havia acabado de dar a luz, então ficamos eu e tio Mário. Ao sair, ela pediu apenas para que eu abrisse a porta quando ele chegasse, pois ele chegaria tarde àquela noite. Fique zapeando alguns canais na TV, nada de bom passava, até que encontrei a reprise de um jogo do campeonato inglês. Parei por ali. Eram quase onze e meia quando ele chegou, abri a porta e ele entrou. Voltei a ver o jogo e ele foi á cozinha. Quando voltou ficou de pé ao meu lado, eu prestava atenção ao jogo. De repente ele colocou a mão em meu ombro, não estranhei, mas quando ele começou a descer sim. Quando menos esperei sua mão já estava acariciando meus seios. Fiquei paralisada.
— Você gosta de futebol, Valquíria? — Apenas fiz que sim com a cabeça. Ele continuou a acariciar meus seios. Eles já estavam duros feito pedra. Deixei que ele continuasse. No auge dos meus 16 anos, eu só havia feito sexo uma vez.
Alguns minutos se foram com ele me acariciando. O senti pegar minha mão e guia-la até seu pênis, ele estava duro. Minha mão foi pressionada contra aquele volume. Ele deu alguns passos e parou diante mim.
— Abre minha calça. Você vai gostar do que tem dentro. — Sua voz era macia e sua expressão safada. Um homem negro, com corpo malhado e com 1,89 de altura. Com eu poderia dizer não?
Desabotoei sua calça e abri o zíper devagar, ele meu poupou o trabalho e baixou a cueca. Mais uma vez pegou minhas mãos e o levou ao seu pênis. Agora eu podia senti-lo de fato em minhas mãos. E era grande. Grosso. Do tipo que poucas aguentam. Ele fez o primeiro movimento de punheta e os seguintes fiz sozinha. Nem mesmo um minuto estávamos naquilo e ele me fez parar. O senti segurar minha cabeça e a puxar para frente.
— Abre a boquinha, Valquíria. — Abri a boca. Ele levou o pênis duro em direção a minha boca.
Ele não ia nem mesmo até a metade. Fiquei chupando ele e sentindo que meu tio queria enfia-lo cada vez mais fundo na minha boca, mas não tinha como. Ele respirava forte a cada chupada que eu dava. Ele parou de enfiar na minha boca, quase reclamei por isso. Então começou a se livrar de sua roupa. Depois disso puxou minha camisola e minha calcinha rapidamente. Deitei no sofá, já de pernas abertas, mas ele não se dirigiu até onde achei. Ainda de pé levou seu pênis em direção a minha boca e começou leves movimentos de vai e vem. Ela um pouco difícil para ele assim. Sentei assim ele poderia subir no sofá. Foi o que ele fez apoiou uma das pernas no sofá e o seu pau enorme para exatamente na frente da minha boca. As entocadas iam cada vez mais fundo, ele ia e vinha. Só parada quando via que eu estava quase sufocando, me dava uns segundos para respirar e voltava a enfiar aquele pau enorme em minha boca.
Não reclamei em minuto algum, apesar de um pouco incomoda, a brincadeira era gostosa. Depois de se cansar de foder minha boca, ele desceu até minha boceta e começou a chupa-la com vontade. Como aquilo era gostoso. A língua quentinha dele dentro de mim. Quando ele parou gemi descontente, mas ele se pôs de pé e me puxou pelo braço até o quarto. Ao chegarmos lá me jogou na cama. Cai no centro e tratei logo de abrir as pernas, pois sabia o que estava por vir. Ele se encaixou entre minhas pernas e foi enfiando aquele membro imenso dentro de mim. Eu abria as pernas o máximo que podia para facilitar as coisas. Depois de três investidas, ele conseguiu coloca-lo por inteiro. A sensação era de um ardor imenso e uma ponta de prazer. Então, o vai e vem começou. As duas primeiras bombadas foram leves, mas dai por diante se tornaram fortes.
— Sua tia não gosta de fazer coisas diferentes. Você gosta? — Ele perguntou enquanto bombava. Gemi que sim, mesmo sendo uma completa mentira, pois eu só tinha transado uma vez em toda minha vida.
O vai e vem intenso teve fim, ele parou e desceu até minha boceta. O senti dar um tapa nela e olhei para ele assustada.
— Hoje vai ser bem diferente. Você vai ser minha escravinha. — Ele sorria enquanto falava.
Depois disso senti outro tapa na minha boceta. Fechei as pernas, mas ele as abriu. Voltou a deferir mais alguns tapinhas. Eram tapinhas e às vezes seguidos de alguns carinhos. Minha boceta já queimava quando ele parou com os tapas. Fui puxada para beirada da cama e colocada de quatro, ele me penetrou novamente, mas dessa vez tudo de uma vez sem o menor aviso. Gemi. Então, ele começou o vai e vem frenético. Eu quase não conseguia me manter de quatro com tamanho tesão. Era delicioso sentir aquele homem forte me penetrando, enquanto me metia na minha boceta, ele começou a enfiar um dos dedos em meu cu. Nesse momento senti certo medo, nunca tinha dado o cu antes. Quando ele tirou o pau da minha boceta, eu soube onde colocaria em seguida, quando posicionou o pau na entrada do meu cuzinho, eu respirei fundo. Ele fez a primeira tentativa de penetrar meu cuzinho, o pênis não entrou. Ele tentou forçar, mas só piorava as coisas. Dei um gemido de dor na terceira investida dele, ele parou e retirou o pênis. Senti um alívio enorme. Quando ele saiu e andou pelo quarto apressado fiquei curiosa, mas me mantive na mesma posição que ele havia me deixado. Fiquei ali de quatro esperando, até que ele voltou até mim. O senti despejar algo sobre meu cuzinho, talvez lubrificante. Ele enfiava os dedos e colocava mais do líquido, então decidiu finalmente me penetrar de novo. Ele foi devagar e a cabecinha entrou. Respirei fundo e um beijo foi depositado em minhas costas. Ele foi empurrando e forçando caminho, eu estava me acabando de dor. Quando finalmente ele entrou por completo, meu titio resolveu esperar. Ele parou por uns segundos, para que eu pudesse me adaptar. Quando senti o primeiro movimento de vai e vem gemi alto. Ele tapou minha boca e voltou a fazer um novo movimento. Ele bombava cada vez mais forte e forte. Minha dor foi aos poucos se misturando com prazer. Eu começava a gostar daquilo. Ele ia e vinha rapidamente, era forte. Apertava meus seios, mordia meu pescoço. Ele respirava descompassadamente. Eu já não tinha mais controle do meu próprio corpo. Depois de alguns minutos no vai e vem doloroso e ao mesmo tempo prazeroso, senti meu cuzinho ser alagado por sua porra. Ficamos algum tempo na mesma posição, até que resolvemos tomar banho. Lá ele me ensaboou toda e ficamos juntinhos trocando beijos. Após voltarmos pra cama achei que iríamos descasar. Mas ele pediu pra que eu deitasse de pernas abertas, ele sentou e ficou olhando para o centro de minhas pernas.
— Se masturba pra mim. — Ele sussurrou. Fiquei sem ação. Ele continuava me olhando. Então comecei.
Enquanto me masturbava ele me olhava de forma pervertida e sorria. Quando ele finalmente se satisfez em olhar começou a passar as mãos em minha boceta. Movimentos leves e às vezes mais brutos. Até que voltou a dar tapinhas. Ele dava tapas e às vezes enfiava um dedo. Ficamos naquilo por um bom tempo, até que finalmente ele se cansou e dormimos.
No dia seguinte o dia foi normal, não trocamos uma palavra sobre o que aconteceu. Almoçamos fora e voltamos para casa e vimos um filme. Minha tia voltaria somente na semana seguinte, então nossa rotina seria basicamente aquela, eu imaginei. Depois de algum tempo, ele foi a cozinha e voltou com um roto de fita isolante.
— Você quer brincar como ontem? — Ele perguntou. Eu apenas fiz que sim com a cabeça. — Tira a roupa. — Obedeci. Tirei toda a minha roupa e fiquei de pé.
Ele me virou de costas e prendeu meus braços com a fita. Foram varias voltas, até ele decidir que estava presa o bastante. Depois disso me empurrou no sofá. Ele estava apenas de samba-canção. Se aproximou segurou meu rosto com as duas mãos o levou de encontro ao seu pênis ainda coberto pelo tecido da roupa. Senti o órgão já duro. Sua samba-canção foi removida. Eu achei que ele iria levar o pênis a minha boca, mas ele não o fez. Apenas começou a passa-lo por todo meu rosto. Quando eu me esperava ele o enfiou na minha boca até o talo, o senti na minha garganta. Ele segurou minha cabeça e deu três entocadas fortes dentro da minha boca, como se fodesse uma boceta.
— Engole todinho. — Ele falou ofegante.
Eu não falei nada, apenas fechei os olhos. Ele voltou a enfiar mais algumas vezes, só parava para que eu pudesse cuspir e mal. Uns minutos depois ele parou e me puxou pelo braço para o quarto. Fez-me sentar na beirada da cama e direcionou o pênis a minha boca de novo. Ele entocava e ia e vinha. Às vezes segurava minha cabeça forte e deixava seu pênis lá dentro alguns longos segundos. Comecei a me acostumar com aquilo e a adorar seu pau indo fundo na minha garganta. Ele viu que eu me habituei e começou a segurar a minha cabeça e fazer movimentos mais rápidos ainda. Quando eu menos esperava ele parou me fez deitar na cama e me virou de ponta cabeça. Minha cabeça ficou quase para fora da cama, uma ótima posição para ele foder minha boce. Ele recomeçou tudo, mas dessa vez mais devagar. Naquela posição, eu sentia seu saco bater na minha cara. Logo ele gozou na minha boca e me fez engolir tudo, fiquei um pouco enjoada com o gosto ruim, mas o obedeci.
— Você aguenta três homens? — Ele me perguntou antes de eu me recompôs-me da gozada na minha boca. Balancei a cabeça em sinal de negativo. — Eu convidei dois amigos meus para virem aqui, você vai gostar. — Ele já falou insistindo.
— Tudo bem, mas se eu pedir pra parar, vocês vão parar? — Três homens, eu estava definitivamente curiosa.
— Claro! Vai ser do jeitinho que você quiser. — Ele veio até mim e beijou minha boca. — Se prepara hoje a noite vai ser ótimo. — Nos beijamos mais um pouco e ele saiu.
A noite chegou logo e tão rápido quanto ela chegou, eu vi os amigos dele chegando. Meu tio tinha me dado instruções para ir à sala só de camisola e sem calcinha. Quando desci as escadas eles me olharam com olhares famintos.
— Vem aqui. — Meu tio apontou para seu colo, eu fui.
Um de seus amigos estava sentado ao seu lado o outro no sofá da frente. O amigo dele sem cerimonia me puxou para seu colo, meu tio rio. Fiquei sentada em uma de suas pernas. Ele baixou a alça da minha camisola, fiquei um pouco tensa. Eles nem mesmo tinham falado comigo e já estavam me despindo. Assim que conseguiu baixar a parte de cima da minha roupa, o homem caiu de boca nos meus seios. Ele os chupava com força e mordia os bicos. Ele puxou minha mão para o volume na calça dele. Passei a mão de leve e ele já tratou logo de ir abrindo o cinto.
— Chupa. — Ele falou em tom de ordem e ficou de pé.
Fiquei de joelhos e ele colocou o pênis pra fora. Era de tamanho médio, mas bem grosso. Comecei a chupar de leve pela cabecinha. Passava minha língua de leve e depois chupava mais forte. Meu tio e seu outro amigo só assistiam. De repente ele puxou minha cabeça e me levou pelo braço até uma poltrona. Jogou-me lá e abriu minhas pernas, ele começou a me chupar com vontade. Meu tio e seu outro amigo se aproximaram, eles botaram as rolas para fora. Comecei a alternar chupadas entre uma e outra, eles gemiam feito loucos. Era difícil ficar alternando eles dois enquanto o amigo de meu tio me chupava, ele era muito bom naquilo.
— Elias, para um pouco. — Tio Mário bateu no ombro do amigo que me chupava ele parou.
Quando parou fui puxada pelo braço e levada a sentar no chão. Meu tio se posicionou na minha frente. Ele sorriu pros amigos. Segundo depois o senti introduzir seu pau na minha boca, mas não devagar e sim como ele fez no dia anterior levando até o fundo da minha garganta. Os amigos dele assistiram admirados. Ele continuou indo e vindo na minha boca, seu pau inundava minha boca e ia até minha garganta. Quando ele parou por um instante um dos amigos dele assumiu seu lugar. Ele fez o mesmo, mas suas investidas eram mais sutis, ele segurava minha cabeça alguns momentos e deixava ele entalado do lá.
— Coloca ela de quatro. — Ouvi a voz do meu tio.
Fui puxada para a posição com o pau entalado na minha garganta. Nem mesmo pude me apoiar e já senti um pau roçando na minha boceta e me invadindo. Ele começou a me foder sem cerimonia, não era meu tio, eu conhecia ele e esse pênis era consideravelmente maior que o dele e mais grosso. O meu tio estava na minha frente, logo ele e o amigo começar a revezar minha boca. Horas um enterrava o pau na minha boca e horas outro. Eles iam fundo enquanto o outro fodia minha boceta, eu me sentia uma verdadeira puta.
Ficamos um tempinho assim, até que os três formaram um círculo e eu permaneci de joelhos. Achei que iríamos continuar ali, mas não continuamos. Fui levada para o quarto lá deitada na cama de bruços. Enquanto meu tio e um outro voltaram a foder minha boca, senti o homem de pênis mais avantajado começar a lamber meu cuzinho. Não sabia se o aguentaria, ele era um tanto grande demais. Fiquei tensa de imediato. Ele lambia e enfia o dedo, tentei relaxar, pois quanto mais tensa eu ficasse mais doeria. Foquei-me nos pênis que se alternavam na minha boca. Eu mal tinha tempo para respirar, eles iam e viam e eu apenas chupava tudo. Senti-o retirar o dedo e substitui-lo por seu pau. Ele brincava na portinha do cu e eu apenas esperava. Quando ele forçou um pouco a entrada puxei levei meu corpo pra frente, mas ele logo me puxou pelo quadril de volta.
— Calma, bebê. — Ele sussurrou no meu ouvido.
O pau do amigo de meu tio ainda estava enfiado na minha garganta. Ele ficou um pouco mais frenético, senti que ele iria gozar e me preparei. Ele deu três ultimas bombadas na minha boca e senti seu gozo descer pela minha garganta. Ele retirou seu pau e ficou passando e meus lábios. Ele se afastou e me tio volto até mim com seu pênis duro. Novamente o enfiou no fundo da minha garganta, ele estava prestes a gozar. Senti o latejar do seu pau e em seguida minha boca foi inundada com porra. Ele gemeu loucamente. Logo depois de gozar também se afastou. O outro amigo continuava a acariciar minhas costas.
— Ei, cara. Nós vamos descer e lanchar. Ela é toda tua, mas pega leve com ele cuzinho que mais tarde quero arrebentar ele também. — Meu tio falou e em seguida o ouvi a porta bater.
Fui virada de frente, ele parecia ter desistido do meu cuzinho. Após me virar, ele olhou nos meus olhos, eu nem mesmo tinha reparo no quanto ele era bonito.
— Eu gosto de olhar nos olhos das mulheres que fodo. — Ele falou com calma e em seguida me penetrou.
Seus movimentos dentro de mim eram calmos, ele queria aproveitar aquilo. Seu tamanho avantajado já não incomodava tanto. Quando menos esperei ele começou a bombar com força e rapidamente. Ficamos naquele mamãe e papai por algum tempo, até que ele me colocou de quatro e me penetrou novamente. Ele realmente sabia como foder. Em um dos vai e vem, ele tirou seu pau por completo de mim. Em seguida o senti enfiar completamente no meu cuzinho. A dor foi tremenda. Arqueei meu corpo tentando fugir, mas ele me segurou pela cintura. Ele começou com bombadas fortes e rápidas, eu sentia muita dor. Ia e vinha e eu me sentia ser rasgada por aquele homem grande e forte. Sua força era tamanha que o barulho de nossos corpos se batendo ecoava no quarto. Não tive mais forças para de manter de quatro de desabei sobre a cama. Ele continuava as bombadas fortes e eu gemia de dor. E eu estava gostando de ser fodida daquele jeito. Ele estava quase para gozar, quando de repente me virou de frente e meteu na minha boceta. Mais algumas bombadas e ele gozou dentro de mim.
Bom, essa foi só minha primeira experiência com esses três. Se quiserem mais é só pedir.
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