Sendo corno de puta

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Desta vez, combinamos uma fantasia um tanto diferente. Eu queria que ela fosse puta. Para quem acompanha os outros contos, ela começou com um, passou para a DP, foi para a suruba e por fim a casa de swing. Dessa vez, tive a ideia de vê-la como uma puta de verdade. Tirei fotos de seu corpo, sem mostrar o rosto. Ela loira, bundinha deliciosa, gordinha e corpão, não demorou para receber 3 ligações de um classificados. Marcamos todos para o mesmo dia.

Manhã, tarde e noite. Ela saberia o que é ser uma puta de verdade, ficar na mão de alguém que não foi escolhido pelos dois. Deixei uma câmera escondida no quarto, que pegava tudo, e fiquei silencioso em outro fechado. Eu veria o programa da minha mulher, sem levantar suspeita.O anúncio? Com anal 150 reais a hora.

Tocou a campainha pontualmente às 11:00. Ele havia reservado duas horas com a minha mulher. Ouvi a porta abrir, já escondido no quarto. Não deu para ouvir a conversa,mas quando entraram no quarto, vi que ela estava encrencada: era um velho, obeso e muito feio. Estava com fone e ouvi o velho dizer: – Eu não chupo e não beijo puta. Tira a roupa. Ela tirou, enquanto ele também tirava. – Nada mal, ele disse. E lascou a mão em sua bunda. Ela deu um gritinho e se retraiu, no que ele imediatamente a direcionou para teu pau e ordenou – Chupa. Seu pau era médio, mas seus púbis era nojentamente peludo.

Ela começou a chupar, só conseguia ver a bunda do filho e sua respiração ofegante. Ela não falava nada. Até que ele passou a dar mais ordens: – Mais rápido. – Chupa meu saco. Ele não gozou. Tirou o pau e mandou que ela ficasse de quatro. Ela ficou, sem falar nada, o que parece ter irritado o velho, que puxou seus cabelos e ordenou: – Pede para que eu te coma, puta. Ouvi sua voz baixa dizendo: – Me come. De quatro, passou a ser bombada pelo velho, que estapeava sua bunda e puxava seu cabelo para trás. Por alguma razão, ela começou a chorar. Ele não se apiedou e passou a bater mais ainda: – A puta só quer novinha? Eu paguei, vai gozar no pau do velho. E passou a enfiar o dedo em seu cu, o que a deixou mais desconfortável. Ela sabia que teria de dar o cu para aquele velho nojento.

Ele bombou por um bom tempo, até encher a camisinha. Tirou a camisinha e deitou na cama. – ainda tenho tempo. Me deixa duro. Sem entender nada, ela ficou parada. Até tomar outro tapa na cara: – Brinca como meu cacete, sua vagabunda. Ela passou a mexer naquele pau mole, até que ele pediu: – Deixa duro com a boca. Ela engoliu, não sei qual era o problema, mas ela voltou a derramar lágrimas. Ele ficou com o pau duro e bateu novamente em seu rosto: – Molhou minhas bolas, vagabunda. Fica de lado.

Ela ficou de lado, a visão daquela bunda deliciosa deixa qualquer um doido. Ele começou a bombar e apertar seus seios, então ela começou a chorar. O velho ficou mais louco, passou a bater mais em sua bunda e a falar mais besteira: – Puta safada, o velho está te dando um bom trato. As bombadas ficaram cada vez mais fortes e mais ela chorava. Finalmente, o velho pareceu a dar indícios que ia gozar. Tirou a camisinha e ordenou: meu punheta, quero gozar na tua cara. Se reclamar, apanha. Já soluçando, ela levou um jato no olho e um resto na boca. Se deitou, de lado, em posição fetal. O velho olhou para o relógio: tenho 30 minutos. Vou brincar um pouco. Então passou a alisar sua bunda, seus seios e a falar besteiras: – Puta gostosa. – Você é uma vagabunda. Acabou o tempo, ele se vestia e jogou o dinheiro no chão.

Quando ele saiu, corri até ela e a levei para o banho. Lavada, só ficava abraçada e chorando. Perguntei: – Amor, cancela o resto? Ela se recusou, enxungando as lágrimas: – Não vou até o fim.

Continuarei em outros contos os outros programas.

Para degustar minha putinha