Filha da empregada



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No começo só olhava e apreciava. Comecei a tomar coragem e avancei. Então, minha ideia era ficar assim, só brincando com Vanessa, um lindo brotinho, filha da minha empregada que vinha com a mãe três vezes por semana trabalhar em casa. Me deliciava com aquela menininha sentadinha na minha pica dura. Assim gozei muitas vezes. De roupa e tudo. Nós dois. Chegou num ponto que ela já sabia. O problema é que a brincadeira foi ficando cada vez mais gostosa e nós dois querendo mais. Ela sentia que tinha algo escondido no que a gente fazia. Vanessa percebia que quando a mãe sai de perto eu me aproximava. Chegou num ponto que quando me via já se colocava de costas e sentava em meu colo, geralmente já de pau duro, mas sempre de roupa e assim eu gozava deliciosamente. Ela encaixava o rabinho na pica esperava eu segurar na cintura dela e mexer pra cima e pra baixo. Vanessa sabia que aquilo me dava prazer. Eu também sentia que quando colocava ela todinha sentada no colo, com a pica roçando na bucentinha ela também gostava. Percebia que se excitava. Foram meses assim. Sei lá quantas gozei de melecar a cueca e a calça. Mais adiante, como tudo acontece em minha casa, cheguei a me preparar melhor, ficando só de roupão. Pra não deixar vestígios de porra na menina, mantive a cueca. Depois de um tempo, comecei a perder o controle e alisar a xaninha por cima da calcinha. Ela deixava. No começo sentindo um desconforto, mas foi se acostumando e depois já abrindo a perninha para ganhar meus carinhos.
Em duas semanas, Vanessa já se sentava em meu colo de perninha aberta. Jamais esquecerei a primeira vez que levantei o elástico da calcinha e alisei o grelinho dela. A menina tremia em meu colo. Massagiei gostoso. Senti que ela se molhou, mas não ousei. Fiquei só no grelinho. Neste dia deixei ela uma meia hora em meu colo. Sabia que sua mãe limpava o quintal e demoraria. Gozei duas vezes apertando a pica na bundinha deliciosamente macia de Vanessa.
A próxima vez molhei bem o dedo e avancei, já com o dedo experimentando entrar na xaninha bem fechadinha. Aquilo me deixou louco. Nem imaginava entrar como o dedo. Muito fechada e nem de longe pensava em machucar a menina. Mas era uma coisa maluca e deliciosa.
Mais uns dias, criei coragem e comecei a fala r com ela sobre aquilo. Disse que que o que a gente estava fazendo era namorar. Vanessa achou graça. Me deu um sorriso nervoso. Disse a ela que ninguém podia saber. Ela sabia que era segredo nosso, mas era bom confirmar. Neste dia fui mais longe. Eu estava só de roupão sem cueca. Abri o roupão e levantei o vestidinho jeans que ela usava. Fiz se sentar só de calcinha na pica. A coisa já era bem flagrante e nós dois estávamos perdendo a vergonha. Vanessinha tentava colocar a bucetinha em cima da pica para também sentir mais prazer. Quando percebi isso, trouxe ela mais pra cima, abri bem a perninha, puxei a calcinha de lado e acomodei o pau na bucetinha dela . Ela seguiu sozinha se movimentando em cima de mim. Quando percebi era ela que fodia meu pau. Vanessa me deu um dos melhores gozos da minha vida. Tenho certeza que ela também gozou. Como pau só roçando a entradinha da xaninha.
Tudo isso era feito em meu escritório. Tinha acabado de gozar quando ouço barulho na cozinha. Podia ser minha a mãe de Vanessa. Tirei a menina rápido de cima, liguei a tv e corri para o banheiro para me limpar. Disse a ela para ficar ali vendo desenho.
Quando voltei estava Vanesa deitada no chão, de bundinha pra cima, toda esporreada no rabinho e na frente, vende desenho. Pra minha sorte, sua mãe estava de volta trabalhando lá fora, sem que tivesse visto a menina com porra na calcinha e um pouco no corpo. Limpei, mas quilo me deu novo tesão, foi quando de pau duro chamei a menina de novo pra se sentar em meu colo. Percebi que estava na hora de inventar algo novo. Ciei coragem e avancei. Deito a menina no chão, tiro sua calcinha que ficou no tornozelo. Pela primeira vez vejo aquela linda bucetinha, peladinha. Minha primeira vontade foi de colocar dentro dela ou gozar na porta, mas não era hora para aquilo. Abri as perninhas de Vanessa e comecei a chupar. A menina deve ter tido uns três orgasmos. Lambi, chupei, enfiei a língua etc.
A brincadeira estava ficando escancarada, mas cada vez mais deliciosa. Chegou num ponto que quando ficava um dia sem Vanessa, batia uma ou duas punhetas pensando nela.

Comecei achar que ela podia me chupar. Foi quando mostrei a ela pela primeira vez a pica dura. Arregalou o olho troxe sua mãozinha pra segurar. Segurei pelo punho e ensinei a punheta. O tesão era tanto que com uns cinco movimentos gozei. Ela se assustou com o jato que escapou e foi na camiseta que ela vestia. Limpei e deito minha menina no sofá para ganhar seu gozo também. Chupo ela todinha. Dou uns beijos na boca e a chamo de minha namorada. Ela acha graça, sorri e neste dia goza de novo na minha boca. Eu novamente de pau duro peço uns beijinhos. Sugiro que coloque a língua de fora e é me lamba como se fosse um sorvete. Ela me atende e me coloca de novo gozando, desta vez em seu rostinho. Limpo a menina e a deixo ali assistindo tv.
Dalí pra frente tudo era claro. Comecei a gozar na porta da bucetinha. Mas eu gostava mesmo de colocar ela deitada de bundinha pra cima e gozar na bundinha. Cheguei a colocar quase toda a cabeça do pau dentro do cuzinho. Colocava o dedo que já entrava pela metade, mas não passava disso. Ela reclama de dor.

Assim estamos até hoje fazemos muitas brincadeiras gostosas, mas nunca além disso.