De volta pra casa



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Continuação de Ana, a criada 4
Eu nunca vi aquela expressão no rosto da sueli antes, a cara fechada, os olhos cheios d’agua e as mãos tremendo. Enquanto todos pegavam suas roupas, ela saiu e foi p seu quarto. O jai foi atrás dela, eu e os meninos ficamos na sala num silencio total. Minha barriga doía de tanto medo que eu estava. Como estava demorando muito, os meninos falaram p eu ir p meu quarto e eles também foram. Passei quase a noite toda acordada.
No outro dia, acordei e todos já tinham ido trabalhar, desci p tomar café e o jai estava sentado na mesa.
Jai- é aninha, a nossa casa caiu
Eu- o que ela falou?
Jai- está sem conversar comigo, tenho certeza que ela não vai me entregar p igreja, mas quanto a você….
Jai-ela falou, que não quer te ver nessa casa mais nenhum dia. Então depois que você tomar seu café, sobe e arruma suas coisas que eu vou te levar embora.
Eu fiquei muito triste, ter que voltar p interior era uma coisa que eu não queria de jeito nenhum. Tomei meu café, fui p meu quarto e arrumei minhas coisas.
O jai colocou minhas coisas no carro e fomos. Sair nesse clima me deixou mau, a sueli com raiva de mim e eu nem pude despedir dos meninos.
Horas de viagem e chegamos em casa. O jai conversou com meus pais e meu irmão e disse que estavam querendo reduzir gastos, e não iam poder ficar mais comigo, inventou um tanto de coisa lá, depois deu uma quantidade grande de dinheiro p meus pais e foi embora. Nunca mais ouvi falar deles, não sei o que resolveram e se resolveram.
Enquanto minha irmã beatriz ficava mexendo nas coisas que eu comprei e ganhei lá na casa da sueli, meu irmão mais velho, douglas começou uma agitação dentro de casa falando que tinha que fazer uma ligação.
Douglas- você num vai ficar aqui em casa de braços cruzados não, você vai junto com a bia.
É porque antes de voltar p casa, uma senhora chamada dina foi a em casa p combinar de levar eu e minha irmã p casa dela, como eu não estava, ela ficou de pegar minha irmã no início do próximo ano e enquanto isso arranjaria outra menina.
Antigamente não tinha telefone nas casas do interior, meu irmão então foi até um orelhão que tinha la perto e por sorte ela ainda não tinha arrumado outra menina. Então ficou combinado dela pegar eu e minha irmã em fevereiro.
A gente ainda estava em novembro, em dezembro eu ia fazer 14 anos e em janeiro a bia ia fazer 11, meus pais decidiram fazer um bolinho p nós duas e comemorar tudo em janeiro.
Aqueles três meses que eu fiquei em casa, só deixou mais claro p mim que ali não era o meu lugar, não sei explicar mas eu contava os dias p sair dali.
Eu não sabia como era a família que iriamos, mas queria ter meu dinheiro além do que eles mandariam p meus pais. Como a bia iria comigo, comecei a prepara-la
Eu- bia, esse computador foi um homem quem me deu.
Bia- sério, eles dão muitas coisas?
Eu-sim, ele pediu p mim ficar com o filho dele.
Bia- e você beijou o menino?
Eu- beijei….peguei no pinto dele….
Bia- você fez aquele negócio com ele?- ela perguntou espantada
Eu- fiz sim.
Bia- eu também já fiz com o Arthur (era um primo nosso, mas era novinho, tinha uns 13 anos)- ela falou toda risonha
Eu- nossa kkk…então, os homens dão bastante presentes quando a gente faz isso p eles. Mas não pode chegar e pedir de uma vez não, espera eles te oferecerem.
A bia era diferente de mim, tinha puxado minha mãe, era do meu tamanho mas era loira, bem branca, os peito um pouco maior que os meus e os bicos rosinhas, já abunda dela era bem grandinha e empinada, a xana também era gordinha, porém rosadinha e com uns pelinhos bem ralinhos e loirinhos.
Já era de se esperar que a bia não era mais virgem, pois, pelo contrário de mim, ela era bem mais p frente, assanhada, sem vergonha. Eu não era experiente na vida, afinal eu tinha acabado de completar 14 anos, mas minha mente já estava mais evoluída do que muitas meninas daquela idade.
Quando chegou em fevereiro a dona dina veio nos buscar, na verdade veio ela e um filho dela dirigindo, pois ela era bem velinha.
Próximo conto: Bia e Ana, as criadas novinhas