Gang Bang com Japinha na festa



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Oi, sou a Jane, 16 aninhos e muita vontade de ser mulher. Fui a uma festa com uma amiga do colégio. Festinha simples de bairro, muitos carinhas bonitinhos, skatistas, roqueiros, adoro bermudão e boné ao contrário. Disse a minha mãe que iria fazer um trabalho de escola na casa da Patrícia, ela acreditou.
Estávamos curtindo muito a festa, casa grande, com piscina, alguns quartos no andar de cima, a noite estava muito quente, e por isso a maioria dos meninos estava de shorts e as meninas com roupas bem curtas, todos bem à vontade e bebendo muito.
A Patrícia já tinha ido para a festa com pegada garantida, o Rafa. Logo ela desapareceu com ele e eu fiquei com o restante da galera, bebendo, fingindo ser madura e independente (na verdade eu não fingia, acreditava mesmo que era). Havia um rapaz chamado Piter, bacana, descolado, divertido (na verdade era um malinha, contador de vantagem, mas eu pirei na dele). Logo eu e Piter já estávamos nos beijando e nos roçando, a bebida aumentava minha excitação. Não sou putinha, mas naquele dia estava mesmo com vontade de levar rola gostoso, só não imaginava que seria tanta. Já passava da meia noite, o Piter me convidou para subir a um dos quartos da casa, me estremeci toda, não via a hora de chupar seu pau, adoro uma boa chupeta. Pensei que ele nunca iria me convidar. Como disse que topava, ele foi falar com o Gil, o dono da casa, outro cara bonitinho e descolado, que gostava de fumar maconha com os mais velhos, o Piter também fumava, demorou bastante para retornar, já estava bastante impaciente, não via a hora de por uma pica na boca. Uns 20 minutos depois ele estava de volta e apesar de estar mascando chiclete, deu para perceber que havia fumado algo. Mas eu estava bem alta devido à bebida, e queria muito parecer resolvida e descolada, portanto, subimos logo para o quarto. Estava tudo muito gostoso, quarto de menino, pôster de vídeo game nas paredes, cama de solteiro, guarda roupas, raque com TV de LCD, Playstation, alguns títulos espalhados e de resto tudo no lugar. Começamos a nos beijar, Piter tirou minha camiseta e começou a mamar nos meus peitinhos antes mesmo de me deitar na cama, foi me empurrando pelo recinto meio bruscamente, como se estivesse com uma fome de sexo de dois meses, rsrrsrs, eu adorei. Já na cama ele tirou meus shorts com desespero, sem deixar de me beijar. Um tênis saiu junto, tamanho a pressa do meu garanhãozinho. Sentia-me à vontade ao ver tanto desejo nele em relação a mim, estava em êxtase e com a chaninha ensopada. Rapidamente Piter tirou minha calcinha, sacou o pau, que não era grande coisa, devia ter uns 14 cm e não era grosso, mas a minha expectativa não diminuía, e socou sem dó nem cerimônia na minha bucetinha. Só para esclarecer, sou nissei (mestiça de japonês com brasileira), pele morena clara, 1,65 m de altura, 45 kg, uma formosura ainda em formação. Cabelos bem pretos e escorridos, seios pequenos, mas com mamilos bem grandes, o que indica que ainda vão crescer um pouco mais, chaninha quase sem pelos, só um filete fininho de baixo para cima, e uma bundinha pequena mas redondinha e cheinha, enfim, um corpinho bem delineado.
O Piter socou em minha chaninha com sofreguidão por uns 5 minutos no máximo e já gozou, confesso que fiquei um tanto frustrada, ainda estava com vontade de dar uma chupadinha, havia criado muita expectativa em relação a ele. Por fim, já foi caindo de lado e dizendo que tinha sido o máximo. Vestiu a bermuda e foi até a porta. Pedi para ele me esperar por a roupa, ao que ele sorriu maliciosamente olhando na minha direção e abriu a porta.
Do lado de fora do quarto havia vários amigos dele, cinco no total, quatro moleques de 15 a 20 anos e um bem mais velho, com uns 35 anos. Fiquei apavorada, morrendo de vergonha, tentei cobrir minha nudez com as mãos e comecei a soluçar, quase sem sair minha voz ainda perguntei para o Piter o que significava aquilo? Ele nem se deu ao trabalho de responder, apenas disse para os caras: “Ai galera, é toda de vocês!”.
Fiquei mais apavorada ainda, comecei a chorar copiosamente, e os meninos foram entrando e me acariciando, tocando os seios, apalpando, passando as mãos sedentas por todo o meu corpo e fazendo a maior algazarra. Eu me encolhia toda e me arrependia amargamente por ter mentido para minha mãe para poder estar ali, prestes a ser sodomizada em uma gang bang. Não conseguia relaxar de jeito nenhum, e os meninos continuavam avançando, começaram a tirar os pintos das calças e esfregar na minha cara, puxavam minha cabeça para fora da cama, visto que eu tentava me encolher no canto, o mais próximo possível da parede. Estava congelada, não conseguia nem gritar, só chorava. O cara mais velho, Ivan, eu sempre o via junto com a galerinha na Praça do Ralph de skate, o nome vim, a saber, depois, curiosamente não me atacava, apenas observava tudo, parecia ser o único com consciência ali, os outros deveriam estar dopados de álcool, maconha e talvez outras drogas, molecada acha que para se enturmar tem que parecer adulto e resolvido, e que, portanto, tem que fazer o que os mais velhos fazem. Num dado momento, Ivan percebendo que não iria acontecer nada ali, a não ser com violência, resolveu intervir. Falou para os outros se acalmarem e saírem de perto de mim que ele iria conversar comigo primeiro. Todo mundo obedeceu imediatamente, ficaram perto da porta conversando entre si, apertando seus paus por cima das calças. Ivan sentou ao meu lado na cama, acariciou meu rosto e meus cabelos e foi dissertando sem parar, com uma fluência precisa de palavras e tanta coerência, que convenceria até uma freira. Claro que não me lembro de exatamente tudo que ele disse, mas, basicamente, começou dizendo para eu ficar calma que ele não deixaria ninguém me machucar e nem fazer nada que eu não quisesse ou concordasse, perguntou meu nome para quebrar o gelo, foi elogiando meu corpo e me pegando em um ponto fraco, dizendo que eu era uma mulher linda e resolvida, do contrário não estaria ali naquele quarto com um rapaz, que a maioria das meninas como eu ainda pensavam em bonecas e eu já sabia o que queria da vida, que eu tinha atitude, postura, maturidade e era desencanada com bobeiras como virgindade e pecado. Fui me acalmando aos poucos. Ele transmitia, com sua voz serena e sensual, muita calma, e fazia eu me sentir confiante e protegida. Daí para o ataque foi um pulinho. Começou a dizer que toda garota tem fantasias eróticas dos mais variados tipos, que poucas têm a oportunidade e, ou, a coragem de realiza-las, e que eu estava tendo uma oportunidade única de fazer algo que talvez jamais se repetisse na minha vida. Disse que se eu topasse e relaxasse ele conduziria tudo de forma correta e ordenada, fazendo com que eu tivesse apenas prazer e uma história em meu currículo sexual para matar de inveja todas as minhas amigas em qualquer conversa privada que houvesse. Ressaltou que a decisão era minha, que se eu não topasse, sairia do quarto e até levaria os garotos, mas, que ele naquele momento era só desejo de me possuir, pois eu era uma mulher no auge da perfeição física e que eu tinha uma cabeça muito aquém da minha idade. Eu já estava toda mole. Só de imaginar ser fodida por um monte de rapazes, na minha idade, com meu fogo, que Piter acendeu, mas não soube apagar, e o Ivan me dando todo o apoio e dizendo que eu era o máximo, muito gostosinha, super tudo e tal… Mas ainda estava com receio. Ai ele deu o bote final, pegou minha mãozinha de ninfetinha e colocou no pau dele por cima dos shorts. Nossa como era grosso. Pirei totalmente. Ivan baixou os shorts, tirou o pau para fora, cheiroso, depilado, bonito, com uns 18 cm e bem grosso, pura gostosura. Colocou minha mão nele agora sem roupa para atrapalhar. Ouvi o murmúrio da galera em pé, felizes que estava dando certo. Juro, não conseguia desviar os olhos daquele cacete, nunca tinha visto um de homem, com tantas veias salientes, tão grosso, sem pelos e ainda cheiroso.
Ivan me puxou carinhosamente e colocou minha cabeça entre suas pernas, resisti um pouquinho, mas logo estava esfregando aquela ferramenta divina no meu rosto, beijando, passando a língua devagar… Que delícia…
Ivan aproveitou que eu estava mais calma e acessível e acenou aos meninos para avançarem. Dizia para virem devagar. Foi uma sensação única, ser bolinada por vários caras, sem sentir culpa, apenas apreciando o prazer de chupar uma pica e ter várias mãos percorrendo meu corpinho de ninfeta no cio. Minha chaninha pingava, sentia minhas cochas molhadas.
Em menos de um minuto todos estavam totalmente nus, ou só de camiseta, no quarto. Ivan os mandou fazerem fila para serem chupados. Nossa, eu estava adorando aquilo tudo, nunca me imaginei tão à vontade em uma situação como aquela.
Fiquei de joelhos no chão e os meninos avançavam um a um, mas Ivan logo me colocou de quatro e começou a me chupar a bundinha com sofreguidão e luxúria, fui às nuvens, até parei de chupar o pau que estava na minha frente, só o segurei com força e apoiei minha cabeça na barriga dele. Caracas, que coisa boa, depois disso eles poderiam fazer o que quissem comigo, e é claro que fizeram.
Ivan disse para a molecada colocar camisinha antes de me foderem, eu juro que naquele momento nem tinha pensado nisso, e teria dado para todos de qualquer jeito. Ainda de quatro os meninos começaram a sair de minha boca entrar na minha chaninha. Muuuuuiiiiito boooommm!!!! Rola na boca e na buceta, demais.
Ivan ainda sentado na cama ficava alisando minha bundinha e a entradinha do meu cuzinho com o dedo molhado do suco da minha vagina, que a cada hora que um menino saia de traz para dar lugar ao próximo, ele enfiava o dedo nela. Em minutos, dois garotos já haviam enchido a camisinha, e satisfeitos, saíram do quarto. Molecada desesperada goza rapidinho. Nesse ínterim, Ivan já introduzia o dedo inteirinho na minha bundinha ao mesmo tempo em que um rapaz socava pica na mina bucetinha.
Mais alguns minutos e eu já sentia dois dedinhos no meu cuzinho que até ali só tinha sentido o pinto de borracha da minha irmã mais velha, mas essa é outra história. Ivan então anunciou em meu ouvido que iria comer minha bundinha. Disse que o prazer ia depender de mim, que bastava relaxar e deixar o resto por conta dele. Eu já estava mais que relaxada, havia gozado muitas vezes, nem imaginei que pudesse tanto. Queria muito ser enrabada por aquele pica monstro. Ele me colocou na cama deitada de ladinho, abriu uma perna para cada lado, subiu em cima da cama, se posicionou no meio das minhas pernas, deixando minha cabeça para fora da cama para continuar chupando os dois garotos que ainda estavam no quarto. Começou a penetrar devagar, colocava e tirava a cabeçorra antes dela fazer a passagem que é o estrago inicial. Ardia bastante, mas eu queria assim mesmo. Muito grosso, parecia que não iria entrar. Uns cinco minutos nessa tentativa e finalmente: Ploft…
Ai que dor do caralho! A cabeça havia passado. Quase mordi a pica do rapaz que eu chupava, o Duda, que, ainda não havia comido minha bocetinha, só estava levando boquete.
Voltando a meu cú, ardia muito, mas a sensação de estar sendo arrombada por uma pica colossal, junto com um monte de carinhas em um quarto de uma casa estranha, fazia eu me sentir uma putinha safada que merecia ser punida, e eu queria ser punida, ah como queria. E é claro que seria. Ivan ficou por mais de um minuto sem mexer o pau no meu cuzinho, esperando eu me acostumar, depois começou a colocar devagar cada centímetro. Colocava um tantinho e parava de novo. Em certo momento ele lentamente tirou, centímetro a centímetro, até sair totalmente… Flopt…
Nossa! Que dor! Que delícia! Em seguida colocou novamente ainda com muito cuidado, mas menos do que da primeira vez, afinal, as pregas estavam totalmente delatadas, e meu cúzinho bem aberto, quem já tomou na bunda sabe do que eu estou falando, fica um buraco enorme e demora um pouquinho para se fechar novamente.
Com movimentos leves e precisos ele foi colocando quase a pica inteirinha em minha bundinha, nesse meio tempo, o Caio que já havia colocado na minha chaninha, gozou na minha boca, tirei rápido, mas o esguicho ainda me melou o rosto. Limpei na fronha do travesseiro e ele ficou sentado no canto respirando um pouco. Só então o Duda percebeu que o Ivan estava-me sodomizando. Ai ficou doido. Foi logo colocando a camisinha e dizendo que queria foder também. Ivan me puxou para cima do seu corpo sem tirar a pica do meu cuzinho arrombadinho, se posicionou com as pernas para fora da cama, deixando minha bucetinha bem a vista para o Duda.
Quando percebi o que ele estava planejando pirei de vez. Juro, eu queria muiiiiitooooo ser duplamente penetrada, mas aquele pau super grosso no meu cú, não imaginei que conseguiria. Isso sim seria o ponto mais alto da minha punição.
Com a geba grossa enfiada até a metade no meu traseiro eu vi o Duda se aproximando com seu pênis de uns 15 para o meio das minhas pernas. Ainda bem que não era grosso. Colocou na portinha e forçou a entrada. Estava muito desajeitado e afobado, não conseguia acertar o buraco. Quando empurrava o pau subia ou saia de lado, não entrava.
Ivan decidiu mudar de posição, mandou o Duda deitar no chão e eu sentar com a bucetinha na pica dele, depois veio por traz para me penetrar o cuzinho. Mandou nós ficarmos paradinhos e foi colocando devagar, com certa dificuldade e muita pressão, que eu sentia sem poder me desvencilhar. No canto do quarto o Caio ronronava desmaiado de cansaço, álcool e sei lá mais o que ele havia ingerido. Enquanto isso no chão eu tentava ingerir mais do que meu corpinho de ninfeta poderia suportar, mas não iria desistir tão fácil.
Com um esforço brutal por traz a cabeça passou. Vi estrelas! Uma sensação de preenchimento total. Não havia espaço para passar nem ar. Sentia duas rolas se encontrando dentro de mim. Ivan queria mexer, mas eu não aguentava, pedi para ele ficar quietinho e não pôr mais nem um centímetro. Duda, afobado gozou rapidamente. Exausto e de pau mole, desengatou de mim e foi se recompondo para ir embora, acordou o Caio e o levou junto. Só ai é que eu pude levar na bunda de verdade. Ivan sem dó começou a socar com vontade. Dor, prazer e suor levando rola grossa na bundinha de ladinho na cama. Que sensação boa. Alguns minutos depois veio o gozo, grosso, abundante e… Puta que o pariu… Nunca havia sentido dor tão grandeeee… Caralho, como ardia minha bundinha, parecia que a porra era cândida enchendo um cuzinho esfolado. Só então percebi que o Ivan estava me comendo sem camisinha. Ardeu muiiiitooo e ele ainda continuou mexendo um pouco, segurando meus braços, para não perder o momento. Acho que nessa hora ele colocou todo o pau dentro de mim. Chorei de dor…
Segundos depois ele tirou de mim e senti meu cuzinho se contraindo de dor e expelindo porra para fora. Ainda ardia muito, mas já estava passando e eu me sentia realizada. Toda esfolada e muito cansada quase cochilei, mas ai, como se a bebida que havia ingerido tivesse perdido todo o efeito, me dei conta de tudo que havia acontecido, e voltei a ter culpa. Comecei a procurar minhas roupas desesperada. Só pensava no que os meninos iriam espalhar pelo bairro.
Mas Ivan me acalmou novamente com sua voz e suas palavras. Perto dele eu me sentia a vontade para fazer o que ele pedisse, incrível. Disse-me que eu havia sido muito madura e corajosa e que ninguém nunca diria nada porque ele não deixaria. Assustaria os meninos dizendo que se alguma coisa vazasse eles poderiam ser acusados de estupro. Fiquei calma e muito comovida. Mas não tinha coragem de voltar para a festa, que já estava no final, e encarar quem quer que fosse. Pedi para ele procurar a Patrícia e perguntei se ele poderia nos levar embora. Ele a achou. Ela estava me procurando também, já preocupada comigo, quando me viu, sentiu que algo havia acontecido e perguntou se estava tudo bem, disse que sim e que queria ir embora, pois havia passado mal por causa da bebida. Ela concordou e Ivan nos levou, e antes de me deixar perguntou se poderia me ligar outra hora. Acabamos tendo um caso que durou por muito tempo, não que eu fosse apaixonada por ele, mas, adorava a sensação de ter um cara com mais que o dobro da minha idade me venerando e me tratando como a mulher que eu julgava ser, mas ninguém levava a sério. Adorava a forma como ele me tratava sem qualquer preconceito mesmo depois do ocorrido na festa, adorava a segurança de andar com ele de mão dada e nenhum dos menos do bairro poder falar um pio se quer do que aconteceu naquela noite, e, amava dar para aquele homem viril minha bocetinha e minha bundinha, me deixar ser esfolada sempre e sempre por aquele cacete maravilhoso. Nunca mais quis saber de garotos depois desse ocorrido, são muito afoitos, falam muito, fazem pouco. Claro que existem exceções em todas as idades, não pretendo generalizar, mas com certeza prefiro os maduros.