Viuvinha mamando num garanhão I



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Perto de completar quarenta anos, mas aparentando uns quinze anos menos, Ingrid se perguntava o que pensaria sua filha Danielle se ela casasse de novo.
Este pensamento a atormentava, pois não tinha passado nem oito meses da morte do marido, mas coisas vinham acontecendo com seu corpo e com sua mente que às vezes ficava incontrolável ela não se masturbar até desmaiar de gozo.

Aconteceu de o pessoal voluntariado fazer um retiro espiritual numa fazenda e, é claro, Ingrid foi convidada. Ela não queria ir, mas sua timidez não deixou que ela recusasse.

Já na fazenda, as pessoas estavam acostumadas a verem Ingrid sempre calada e poucas vezes fazendo parte de um grupo. Eles acreditavam que ela ainda se ressentia da perda do marido, embora ninguém a tenha visto chorando já há bastante tempo.

Num dos passeios pelas redondezas ela encontrou a veterinária e três ajudantes que coletavam amostras de sangue e urina dos cavalos. Como se fosse a coisa mais natural do mundo, logo Ingrid estava ajudando o grupo.
A jovem veterinária lhe ensinou como retirar sangue dos eqüinos e mostrou como era o procedimento para coletar a urina deles.

Em seguida, Ingrid ajudou a limpar os equipamentos e anotar cada amostra de sangue dos respectivos cavalos.
Nisso, um dos cavalos começou a urinar e o forte ruído chamou atenção dela. Apenas um dos ajudantes se levantou para atender o dito cavalo, enquanto os outros continuavam com suas tarefas

Ingrid, porém, estava sentindo algo estranho acontecendo dentro de si. A imagem do forte e ruidoso jato de urina reverberando dentro do saco, lhe despertou de modo quase incontrolável, toda luxuria que vinha lhe acometendo nos últimos meses.

Sentada ereta num cepo de madeira, quase imóvel, ela pressionava imperceptivelmente uma coxa na outra, acompanhando os movimentos que o ajudante fazia ao retirar o saco com quase dois litros de urina eqüina.

Um suspiro saiu pelos lábios de Ingrid e sua boca se encheu de saliva. Ela passou a mão pela testa suada enquanto se obrigava a controlar a respiração. Tentou desvirtuar seus pensamentos libidinosos voltando aos afazeres, mas a tremedeira em suas mãos tornava quase impossível.

Então, outro garanhão começou a urinar. Antes que o ajudante se levantasse, Ingrid já estava de pé acenando pra ele.
– Deixa que este eu faço!
– Tem certeza de quer fazer isso? – perguntou a veterinária.
– Sim! Não tem mistério nenhum e eu gosto mais de estar me movimentando do que parada escrevendo.
– Huum, se todos voluntários fossem como a senhora!

Quase que em pânico, Ingrid usa de toda sua agilidade pra retirar o saco com urina rapidamente sem derramar o líquido. Depois de ter amarrado a boca do saco, ela está prestes a voltar pro grupo quando subitamente tem uma idéia absurda, mas incontrolável.

Ingrid dá volta por trás do garanhão levando uma toalha e um botijão com aerossol para higienizar a genitália eqüina. Se abaixando, ela tem a visão das pessoas mais adiante. Mas, não é isso que importa.

As narinas da bela mulher se dilatam e aspiram o forte cheiro viril do animal, ao mesmo tempo em que olha fascinada o cacete se alongando duro como ferro.
Ingrid não consegue reter um longo soluço, como se fosse um choro dengoso.
O garanhão parece entender a luxuriosa aflição da bela mulher loira que está acocorada com os joelhos no chão e as mãos apoiadas nas coxas, olhando embasbacada a torona dar saltos que lhe batem no ventre.

O animal, talvez por sentir mais conforto ou por estar recebendo aquela estranha caricia, se movimenta de modo que seu corpo fique lado a lado com Ingrid, quase que com o ventre por cima da cabeça dela.
Ingrid tem quase um ataque histérico quando o imenso caralho lhe pousa no ombro. Por uns segundos, ela fica estática sentindo o palpitar e o calor daquele esplendor muscular na própria pele, próximo ao pescoço.

Depois, com o corpo tremendo e febril de excitação, Ingrid inclina a cabeça, aconchegando a grossura entre a curva do pescoço e o ombro como se fosse um pequeno animal de estimação.
Mais afoita, ela passa a apalpar toda a extensão do cacete com as duas mãos e logo uma das bochechas encosta na aveludada dureza do caralhão apoiado em seu ombro.

Primeiro, com os olhos fechados com se estivesse fazendo algo pecaminoso, Ingrid encosta o lado da boca na rugosa derme do cacetão, não sabendo qual passo a seguir.

É o cavalo que faz o próprio penis se elevar lentamente, incentivando Ingrid a esfregar o lado da sua boca e da face nele.
Ingrid fica nessa esfregação facial por alguns segundos, sibilando como uma serpente excitada.

Em seguida, inteiramente entregue a sua devassidão, Ingrid dá o primeiro beijo no corpo do vibrante caralho. O animal balança o longo pescoço como que assentindo o que a bela viuva lhe faz.

Num átimo de razão, Ingrid dá uma olhada por entre as musculosas coxas e as bojudas bolotas do garanhão. Nota feliz que o grupo parece que lhe esqueceu.

Então, tomada por um frenesi sexual de enlouquecer e se sentindo totalmente livre pra se dedicar ao que ela vem almejando há dias, Ingrid faz um circulo oval com os lábios e cola na ponta da estranha glande eqüina.
O prazer do estranho sabor e a textura totalmente diferente dos cacetes humanos que já chupou, fazem os olhos de Ingrid virarem nas órbitas e soluçar dengosamente.

A sensação de estar sentindo com a ponta da língua algo novo e completamente anormal, dá a Ingrid o prazer da conquista inédita que aterroriza e enoja a maioria absoluta das pessoas.
O premio da conquista se torna maior e mais prazeroso quando num grande esforço, Ingrid escancara a boca e consegue engolir toda a cabeçorra. Saliva escorre pelos cantos da sensual boca.

Com a ponta da língua dobrada, como aprendeu quando era criança, Ingrid força a abertura da uretra até que pelo menos um centímetro invada o canal.
O cavalo joga a cabeça pra cima e seus beiços tremem quando ele relincha.

Ingrid abre os olhos em desespero. Os outros devem ter ouvido o relinchar e logo estarão ali. Meio que inconsciente e com certa relutância, Ingrid deixa a esponjosa glande lhe escapar da boca.

Apressadamente pega o saco de urina e o resto das coisas e com incrível controle sai andando lentamente como se nada tivesse acontecido, encontrando o pessoal a meio caminho.
– Eu acho que borrifei demais o liquido higienizador… Mas, agora tá tudo normal! Podemos voltar?

“Minha nossa senhora, o quê eu fiz!? Eu estou louca! Com certeza!
Chupando o pau dum cavalo! Me valha, meu deus! O que está acontecendo comigo? Eu preciso de ajuda… de ajuda de um psiquiatra. Mas, mas… como vou dizer isso pra ele? Como vou dizer que estou em brasas por aquele cacetão? Que adorei cada segundo enquanto durou aquela cabeçorra dentro de minha boca! Ai, ai… o que vou fazer? Tenho que me controlar. Não posso estar assim… assim tão… apaixonada por um cavalo! O que vou fazer, meu deus? O que vou fazer!”