Todo mundo comia minha namorada… mas me vinguei



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Namorei a Mayara por seis anos, desde que ela tinha 16. Eu a conheci por meio da Mariane, sua irmã mais nova. Na época eu estava realmente interessado na Mariane, por achá-la muito bonitinha e simpática, mas ela não correspondeu aos meus interesses e acabei ficando com a irmã mais velha, também muito bonita, muito simpática e muito gostosa.
Nosso namoro foi de vento em poupa, nós dois sempre juntos, sempre jurando a maior paixão, a ponto inclusive de ela me dar sua virgindade quando completou 18 anos. Uns três meses antes disso ela havia começado no seu primeiro emprego, uma firma muito grande, em São Bernardo do Campo, e se mostrava muito feliz, diferente, cheia de planos, pensando em fazer faculdade…
Mas num dia em que eu devia estar trabalhando até a meia noite, saí mais cedo por não estar me sentindo bem, passei por acaso em frente à casa dela, e a vi chegando com um cara… quer dizer, vi o carro parado, desci do ônibus, cheguei perto, e flagrei os dois, aos beijos. Virei as costas e fui embora, para não passar vergonha.
Mas passei vergonha depois, quando ela me procurou pedindo perdão, dizendo que fora um acontecimento bobo, que havia aceitado o convite do pessoal para tomar cerveja, que ele lhe ofereceu carona…
– Você não queria que eu viesse embora tarde da noite, de ônibus, não é? Não posso sair com os amigos?
– Pode sair com os amigos, pode pegar carona, mas está certo ficar no maior pega, e na porta da sua casa?
– Mas não dei pegas… foi só um beijinho… te juro…
– Você sabe desde que horas eu estava lá te olhando?
– Você estava lá? Anda me vigiando então… Não tem confiança?
– Pare de ser cara de pau, mulher!
– É. Tem razão. Tudo bem… a gente já estava ali fazia um tempão, teve outras coisas além do beijinho…
– Que outras coisas?
– Teve… Teve outros beijos… só isso. Te juro.
Ela acabou me convencendo a perdoá-la. Afinal, é coisa que podia ter acontecido comigo também e ela, por certo, perdoaria.
Mas a pulga cresceu atrás da orelha. Não uma, mas trezentas. E foi aí que passei vergonha, pois foi me crescendo a desconfiança e acabei nas imediações da firma onde ela trabalhava. Pergunto para um, pergunto pra outro, invento uma história, deixo uma nota na mão do porteiro da tarde, ele acaba revelando que o outro porteiro sabe mais coisa ainda…
– Você já foi no motel X com o seu amante. – perguntei a ela, num certo dia, tentando verificar a veracidade da informação que eu tinha conseguido.
– Eu? Imagina? Quem te falou… quem inventou uma coisa dessas?
E eu pergunto e ela nega, e eu xingo e ela chora, e vou embora e ela vem atrás…
– Você está certo. Vacilei. Foi naquele dia que você viu a gente no carro. Mas foi só aquela vez, foi só uma vez…
– Aquele dia era uma sexta-feira e você foi com ele numa terça-feira.
Isso eu chutei. E também chutei outros dias e outras informações. Mas como ela não sabia realmente o que eu sabia, primeiro tentava negar, depois confirmava.
– Você sabe me dizer quantas vezes saiu com ele, trepou com ele?
– Não fale assim, A gente só…
– A gente só o quê…? Você trepou, sim, deu pra ele, me traiu, foi uma vaca…
– Você está me ofendendo.
– É mesmo? Pois não vou ofender mais. Pode vaquejar por aí o quanto quiser, pode trepar, pode dar pra quem você quiser. Estou fora.
– Me perdoa! Perdoa! Perdoa!
– Quantas vezes você foi com ele?
– Eu não sei.
– Há quanto tempo vocês vêm se encontrando?
– Há…! Como é que vou saber? Tudo começou desde o começo…
– Mas isso é claro.
– Quero dizer que desde o primeiro dia em que entrei na firma ele… ele começou a vir na minha mesa, conversar…
– Desde o primeiro dia? Então me responda… eu fui o primeiro ou o primeiro foi ele?
– Mas que pergunta! Claro que você foi o primeiro. A gente só começou depois…
– Depois do quê?
– Depois que fui com você. Antes eu não podia, não é?
– Como é que é?
– Perdoa! Perdoa! Perdoa!
Não sei se eu amava demais a Mayara ou se eu era uma besta quadrada elevada ao cubo trigonométrico… mas sei que perdoei.
– Mas não quero você um único dia mais naquele emprego.
– Mas amor, eu ganho bem, preciso pagar a faculdade que vou começar…
– Nem um dia mais. Ou larga o emprego ou largo você.
Ela largou o emprego, mas ainda teve de ficar quase um mês, para cumprir aviso prévio. E foi um mês que minha cabeça coçou como nunca, que as pulgas pululavam atrás das minhas orelhas, pois eu tinha quase certeza de que haveria ainda algumas trepadas mais, por conta da despedida.
Preferi acreditar que já não estava acontecendo mais nada, mesmo porque ela já tinha outro emprego em vista, num lugar bem distante daquele, e parecia muito entusiasmada, verificando que ônibus devia tomar, que horas chegaria em casa à tarde, se dava tempo de ir para a faculdade… E até já tinha feito matricula para começar a estudar.
As coisas pareciam bem… mas nem tanto. Descobri que uma vez que se descobre uma traição, não só fica difícil acreditar na pessoa, com fica mais difícil ainda esquecer o que passou. Não se esquece.
Mas o problema é que não são as coisas que se sabe o que a gente não esquece, mas, sim, as coisas que não se sabe. Eu sabia que ela havia me traído não uma, mas muitas vezes, mas não sabia quantas vezes, não sabia quando, não sabia aonde, não sabia como, não sabia como tudo tinha começado, não sabia o que eu estava fazendo no dia… nos dias em que ela estava na cama com ele, não sabia as vezes que ela tinha inventado história para estar com ele, nas vezes em que estive perto de ver alguma coisa, mas que não vi, não sabia dela pelada na cama, ela chupando, ela…
É de enlouquecer. Acho que só mesmo quem já foi corno é que sabe o quanto é de enlouquecer.
Muitas vezes senti vontade de perguntar a ela, saber todos os detalhes, mas sabia que ela não iria me contar e, além disso, uma vez que eu tinha perdoado, não era mais para se tocar no assunto.
Dor de corno não é fácil. Não é mesmo!
Tanto não é fácil que passei a desconfiar até da sombra dela. Já imaginava que ela estava me traindo com todos os homens que conhecia e também com os que não conhecia. Pensava em largar dela, acabar com tudo, mas, não sei por que, ficava possesso só de pensar que livre de mim ela ia dar mais ainda.
Ela começou no novo emprego e quase perdi o meu. Por várias vezes faltei, cheguei atrasado ou saí mais cedo, só para ir vigiá-la. Sem contar a grana que eu gastava com táxi e tudo o mais. E gastei uma grana também com o vendedor de cachorro quente da rua da firma onde ela trabalhava, prometi a maior grana pro cara. Mas deu resultado.
– Olha cara… Tem duas coisas que você não vai gostar: uma é que vou querer uma grana a mais por conta do táxi que tive de pagar e dos cachorros quentes que deixei de vender para poder seguir os dois…
– Os dois quem?
– Esta é a segunda coisa que você não vai gostar. Ela saiu com um carinha aí da firma, foram num motel lá no…
– Motel?
Isso foi numa quarta-feira, e passei então os piores dias da minha vida, como se todos aqueles tempos anteriores não tivessem sido horríveis. No sábado, ainda antes da nove da manhã, fui até a casa dela, me perguntando se eu devia mesmo ir até lá, se não era mais simples apenas não aparecer mais e nem dar pelota quando ela me procurasse. Mas eu queria ir, queria xingar, falar um montão… e na frente dos pais dela, da irmã dela…
Mas quando lá cheguei só estava a irmã, a Mariane. Pensei em desabafar com a menina, revelar a ela a irmã que ela tinha, dizer que eu era um corno. Mas foi então que veio uma ideia melhor, tão melhor que, de repente, me enchi de alegria, só de pensar no quanto a minha vingança podia ser terrível.
Chamei Mariane para sentar comigo no sofá.
– Vou te revelar uma coisa e quero que você me ajude a resolver um problema.
– Que problema?
– Eu não gosto da sua irmã, nunca gostei. Comecei a namorar com ela só para estar perto de você. Você bem lembra que me aproximei de você, que te convidei várias vezes para sair, mas você não me quis…
Falei tanto no ouvido da menina e agi tanto com minhas mãos que alguns minutos depois estávamos aos beijos.
– Mas eu não sinto amor por você. – ela dizia, no intervalo entre um beijo e outro.
– Com o tempo você sente. Faço de tudo para você me amar.
– Mas eu tenho namorado.
– Larga dele.
– Mas você namora minha irmã e…
E eu já havia descoberto seus peitinhos, já estava juntando seus biquinhos nas mãos, nas pontas dos dedos, nos lábios, nos dentes…
– Não faz isso. – ela dizia, vibrando seu corpinho.
Mas antes mesmo que ela se refizesse do tesão que eu lhe causava nos seios, ataquei seu sexo, sua xaninha. Primeiro foi com a mãos, com os dedos, depois com a boca, com a língua, tirando sua calcinha, abrindo suas pernas…
– Você é doooooido. Não põe a boca aíiiiiii.
Ela nunca tinha levado uma chupada, me disse depois, nem imaginava que seu namorado fosse capaz de colocar a boca em seu sexo, e vibrou, e abriu as pernas, e empurrou-se contra a minha boca.
Chupei demoradamente, ora devagar, lentamente, ora acelerado, freneticamente. Por várias vezes ela esteve perto de gozar, mas eu não deixava, parava nesse momento, ficava olhando seus olhinhos me implorando para eu continuar… Mas eu queria continuar de outra maneira.
– Dá ela pra mim?
– Dou?
Ela não tinha camisinha, mas sabia que a irmã tinha em sua gaveta e foi buscar.
Camisinhas que a desgraçada ia usar com os outros! – pensei. Quase nem aceitei, só de raiva, mas depois entendi que usar aquelas camisinhas seria melhor ainda.
Mariane não queria tirar toda a roupa, dizia que os pais e a mana estavam para chegar a qualquer momento, mas eu fingia que não a ouvia e fui agindo até ficarmos os dois totalmente pelados.
Coloquei então uma camisinha, sentei-me no sofá e a fiz ficar por cima, de joelhos no assento, de frente para mim.
– È a minha primeira vez. – ela disse, mas acho que não ouvi.
– Senta nele. Senta!
– Devagar. É a minha primeira vez.
Não ouvi. Eu não queria ouvir.
Mariane sentou devagar, olhando em meus olhos, tentando adivinhar o prazer que ia sentir a cada centímetro que meu pau adentrava sua vagina… foi tudo.
– Que gostoso! Que gostoso! – ela dizia, dizia e dizia, enquanto me abraçava, me beijava, e subia e descia o corpo em ritmo cada vez mais acelerado, até que começou a ficar mais agitada, o rosto avermelhando, avermelhando…
– Hunnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn! – ela fez, enquanto seus quadris saíam de giro, completamente descontrolados.
Retardei o meu gozo, deixei a menina continuar brincando, no seu vai e vem, nos movimentos para frente e para trás, nos suspiros, nos beijos que me roubava, nos peitinhos que colocava em minha boca…
– É mentira que você me ama. – ela disse, num certo momento.
– Te amo, sim, de verdade.
– Não é não. Você ama a minha irmã, e vai ficar com ela.
– Mas eu quero ficar com você.
– Eu sei, mas a gente não pode. Eu fico com você hoje, agora, antes deles chegarem, sou toda sua até lá, mas depois você fica com minha irmã casa com ela… Ela ama você.
Ela me ama? – senti vontade de gritar, de contar para a menina quem era a irmã dela e o que ela fazia comigo. Mas eu tinha de esperar.
Coloquei-a deitada no sofá e deitei por cima, encaixando, afundando, movimentando, até gozar, enquanto ela gozava mais uma vez e mais uma.
Então descansamos um pouco e pedi que ela chupasse o meu pau.
– Vai lavar ele que eu chupo, mas você vai ter de me ensinar.
Tá bom que você nunca chupou um pau. – pensei, enquanto caminhava até o banheiro, largava a camisinha solta no chão, e passava uma água no pau.
Realmente ela não sabia chupar ou, pelo menos, fingia não saber, pois várias vezes me cravou os dentes, quase me machucando. Mas aprendeu rápido, chupou, me deixou uma pedra e me colocou outra camisinha.
Coloquei-a de quatro no sofá, afundei mais uma vez em sua xaninha, agarrei-a pelos quadris e soquei forte, bem forte.
Ela deixava escapar gritos de prazer, eu perguntava se ela ia dar sempre para mim, ela respondia que sim… enquanto se aproximava de mais um orgasmo, e eu também.
Mas de repente seus gritos mudaram.
– Para! Me solta! Eles… Eles chegaram. Me solta, pelo amor de Deus!
Só soltei depois que gozei… na frente da Mayara, da mãe, do pai.
Nem preciso falar da gritaria que se seguiu, enquanto eu, quieto, vestia a minha roupa. Mayara estava muito mais brava com a irmã do que comigo, a mãe rezava, dizendo que aquilo era uma pouca vergonha, o pai dizia que era um caso de polícia, a menina Mariane, meio coberta pela roupa que puxou para cima das suas pernas, para a frente dos seus pequenos seios, não falava nada, apenas chorava, cobrindo o rosto com as mãos.
Acabei de me vestir, olhei para os três, e falei, antes de sair.
– Pode chamar a polícia, mas antes o senhor devia ter dado um pouco de moral às suas filhas. Essa aqui é uma cadelona que dá para todo mundo na firma onde trabalha, e essa outra não fica atrás…
Saí, cheguei até a porta, tive de esperar alguém abrir e esse alguém foi a Mayara, com dois olhos saltando fogo.
– Precisava fazer isso com a minha irmã? Ela não tem culpa de nada. – ela disse.
Mas não respondi nem falei nada, apenas ganhei a rua e nunca mais vi nenhuma das duas.
O tempo passou, minha dor de corno passou… mas nem tanto.
Até hoje, de vez em quando, ainda me vem a dúvida e a vontade de saber se ela só começou a dar para aquele primeiro cara depois que tirei sua virgindade ou se não fui eu quem tirou virgindade dela.
Pois não me dá uma vontade de voltar com ela… só para perguntar isso?