Enganada e Currada



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Olá, maeu nome é Bruna, tenho 18 anos, tenho cabelos pretos até a cintura, pele branquinha, olhos verdes, 1,60 e um corpo q já me renderam algumas situações muito constrangedoras com meu namorado, por cantadas e olhadas de homens na maioria das vezes mais velhos, mesmo quando eu tinha 15 anos.
Bem minha experíencia ocorreu quando eu tinha 15 anos, moro em um conjunto resdencial na zona norte do Rio de Janeiro, conjuntos criados pelo antigo BNH.
Meu namorado se chamava Luiz, já namorávamos há um ano. Começamos a frequentar a casa de minha melhor amiga Francine, começamos a nos enturmar com os amigos dela e tal, sempre fazíamos algo nos fins de semana, fosse ciname, shows, barzinhos… Mas logo a Francine começou a namorar um rapaz, bem mais velho que ela, ela tinha 16 e o André já com 22 anos, tinha carro, se mostrava muito experiênte e ela toda animada. Não tinha olhos pra mais nada e ele foi adentrando nosso convívio, ele era muito legal, logo foi se enturmando e se tornando grande amigo do Luiz, saiam juntos depois de me levar pra casa, pois eu tinha que estar no maximo as 10hs em casa.
Logo ele começou a levar outros amigos dele pro nosso convívio, até aí tudo bem, foram almentando as intimidades, já se falava de todos os assuntos, eu não maldava que sempre ele dava um jeito de sentar a minha frente, depois que entendi que era pra olhar por baixo da minha saia, pois eu normalmente usava saia.
Certo dia eu estava em casa, a campainha tocou, era ele, desci, ele me dissera que havia trazido o currículo dele, pois dias antes ele havia dito que estava desempregado e pediu se eu podia ajudar, disse que daria o currículo dele
pra minha mãe pra ver se ela arrumava algo no trabalho dela pra ele. Aproveitando q estávamos conversando no carro, ele me convidou pra tomar um sorvete, numa sorveteria perto da minha casa, como ele era namorado da minha amiga, nunca dera motivos pra desconfiar, não vi nada de mais nisso.
Fomos na sorveteria, tomamos sorvetes, ele falava como estava feliz com a Francine, e de como havia se dado bem com o Luiz, eu ouvia tudo e dizia que estava feliz por ele estar fazendo minha amiga feliz e tal.
No caminho da minha casa, ele me perguntou se ele poderia passar na casa de um amigo dele que morava próximo, pra pegar um livro, pois ele usava a casa do amigo como local de estudo, pois era mais sossegado que a casa dele. Eu disse que não me importaria.
Chegando lá era um predinho de 2 andares, numa ruazinha sem movimento, subimos as escadas, entramos, ele perguntou o que eu havia achado do local de estudo dele, eu disse que era legal, ele falou para eu esperar que ele só iria pegar o livro e voltava, fiquei sentada.
Ele voltou, e eu me assustei, pois ele estava sem roupa, nervosa perguntei o que ele tava fazendo. O André veio em minha direção, dizendo que ele queria me ensinar umas coisas, eu estava completamente apavorada e corri para porta, percebi que ele trancou sem que eu percebesse, ele me pegou pelas costas, disse pra eu me acalmar pois seria uma brincadeira bem legal. Eu me debati, tentei empurrar ele, mas ele me agarrando conseguiu tirar minha blusa.
Fiquei desesperada e só conseguia cobrir meus peitos, pedi pra ele parar e me dar a blusa, mas ele só ria e dizia que queria me ensinar umas coisas, eu chorava e dizia que só queria aprender com meu namorado, mas ele disse que eu tinha que aprender pra não decepcionar na hora, pois sabia que eu era virgem. Fiquei desesperada, disse que não faria nada com ele, ele disse que ele tinha todo o tempo do mundo, e que eu só sairia de lá se deixasse ele cuidar de mim, comecei a gritar e ele dizia que ninguém viria, pois o prédio estava vazio. ele pediu pra eu me acalmar, e que se sentasse no sofá que ele não faria nada. Desconfiada sentei, ele soria, dizendo que eu era linda, e que me levaria embora se eu desse algo pra ele, afinal de mãos abanando ele não sairia de lá, eu disse que não daria nada.
Ele então calma mente foi se chegando, eu chorava muito com aquela humilhação toda, ele me abraçou, eu tentei levantar mas ele me segurou dizendo “vai deixa eu ver seus peitos, já estamos aqui mesmo e eu só vou devolver sua blusa se eu ganhar alguma coisa ou se você quizer posso deixar você sair mas terá que sair sem blusa e a pé, o que seus pais pensarão de você, quando você ligar dizendo seu estado ?”
Eu perguntei porque ele estava fazendo aquilo, e ele disse porque aquela situação lhe dava muito tesão, eu indefesa completamente em suas mãos. Eu chorava muito e ele foi pondo a mão no meu braço e dizia no meu ouvido “vai tira os braços, deixa eu ver só um pouquinho, vai ! E vamos embora !”.
Eu relaxei, ele tirou meus braços,expondo meus peitos, dizendo que eu não devia esconder, pois eram lindos. Ele estava quase pondo a mão, mas eu levantei e disse queele prometeu que deixaria eu ir embora e que tinha que cumprir, ele disse que só aquilo não bastava pra ele, ele queria duas coisas de mim, antesde me levar embora, que eu tirasse toda a roupa, pois eu estava de calça jeans e nem as pernas ele podia ver e que eu teria que fazer algo com contato nele, que eu ecolhesse. Chorei mais ainda, perguntei se ele iria me estuprar, ele disse que se fosse pra isso já teria feito, ele queria que eu fizesse por vontade, mesmo que fosse vontade de ir embora.
Eu não conseguia tirar a roupa, ele chegou perto dizendo que ajudaria, eu na hora comecei atirar a calça, fiquei de calcinha, ele babava e pedia pra que eu tirasse tudo. Fiquei nua na frente dele, ele me pediu pra ficar de joelhos no sofá pois queria me ver aberta, pois minha bunda era muito gostosa, eu disse que já era demais, e pegou minha calça e disse que estava piorando as condições para eu sair pela rua, pois estava com a blusa agora com a calça. Nesse momento eu percebi como seu pênis era grosso, nem era muito grande, eu só havia visto o pênis do meu namorado, e em revistas, mas fiquei impressionada.
Ele percebeu e riu dizendo que eu estava gostando do tamanho. E mandou de novo eu me abrir pra ele. Fiz o que ele mandou, fiquei de joelhor a empinei a bunda pra que ficasse bem aberta, ele olhou com satisfação e disse pra me sentar e deixar as pernas abertase abrir a bocetinha pra ele ver meu cabacinho, chorando eu abri pra ele ver. Ele foi se aproximando, eu fechei as pernas e me encolhi, ele chegou proximo do meu rosto, perguntou o que eu preferia chupar o pau dele ou beija-lo, eu tentei empurrar ele, mas não adiantou, ele insistiu, eu preferi beija-lo a ter que por aquele pênis na boca.
Ele veio me beijar, e disse que era pra eu abraça-lo, pra ser um beijo bem gostoso, afinal ele queria guardar a lembrança de me beijar nua e sentir meus peitos roçando nele, ele veio por cima de mim no sofá, disse pra eu ficar quietinha que ele daria o ritimo do beijo e que teria que durar o empo que ele quizesse.
Ele começou a me beijar o pescoço, orelha e finalmente foi pra boca, senti muito nojo msm, no meio do beijo eu senti que ele se encostava mais em mim e como eu ainda estava sentada com as pernas abertas para me mostrar a ele, senti algo encostar na minha bocetinha, ameacei um grito, mas ele não parou o beijo, senti literalmente a cabeça do seu pênis na portinha.
Ele parou olhou pra mim, disse que agora não teria volta, ou implorei pra ele não tirar minha virgindade, ele disse que merecia um prêmio, afinal chegara até ali, eu continuava implorando e ele forçando a entrada, comecei a sentir uma dorzinha e pedi de novo pra ele parar, ele disse que não tiraria minha virgindade, se eu deixasse ele por em outro lugar. Perguntei em que lugar, ele riu e disse “vira esse rabo pra mim vai”, gelei de medo, sempre ouvi dizer que isso doía muito, mas fui ficando de lado no sofá, ele me ajeitou numa posição que seria favorável pra ele entrar e disse que queria ver e ouvir eu sofrendo de dor.
Eu perguntei se ele colocaria alguma coisa pra lubrificar mas ele disse que a graça era ver eu sentir dor, e disse que era melhor eu ficar relaxada se não quizesse dor maior. Ele apontou e foi entrando, era uma dor enorme, pois seu pênis era muito grosso, ele se deliciava com minha cara de sofrimento, e quando a cabeça já havia entrado ele enterrou o resto todo de uma só vez, extraindo um urro meu. ele socava com tanta força que eu sentia seus testículos batende em mim.
Eu implorava pra que ele fosse rápido, mas ele queria aproveitar meu sofrimento o máximo. De repente eu vejo um um dos amigos dele que rpovávelmente estava escondido, com uma câmera tirando várias fotos nossa, o André dizia que agora eu seria a puta dele, senão teria as fotos publicadas na internet e logo meus pais também descobririam. Ele gozou dentro do meu cuzinho, riu da minha cara, e me mostrou que meu cuzinho estava todo ensanguentado devido a grossura do seu pênis.
Ele deixou eu me vestir, mas guardou minha calcinha, e me levou pra casa, juro que fiquei vários dias dolorida. O André periódicamente me ligava dizendo que estava preparando uma festa e eu seria o banquete.
Isso não acabou aí, eu tive que passar por piores momentos com esse cara, mas vou desabafar nas próximas histórias.